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Takaichi diz que competitividade econômica pode fortalecer o iene

Primeira-ministra afirma que investimentos e crescimento devem aumentar a confiança do mercado na moeda japonesa.

Takaichi diz que competitividade econômica pode fortalecer o iene

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirma que o fortalecimento da competitividade econômica do país deve aumentar a confiança do mercado no iene. A declaração foi dada em uma entrevista gravada exibida nesta quinta-feira pela Nippon Television.

Takaichi diz que comunicou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que a desvalorização da moeda japonesa é um problema. Os dois se encontraram no mês passado.

“Nossa política econômica não visa manipular as taxas de câmbio”, afirma a premiê. Ela também declara que o governo pretende ampliar o potencial de crescimento do Japão por meio de investimentos em gestão de crises e em áreas de crescimento.

Segundo Takaichi, essas medidas devem aumentar a capacidade de oferta da economia e fortalecer a competitividade global do país. A primeira-ministra afirma ainda que o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, endossou a política econômica japonesa e não apresentou exigências específicas durante a reunião com a ministra das Finanças, Satsuki Katayama, em 31 de agosto.

“Não há mudança em nossa postura de buscar tanto uma economia forte quanto uma política fiscal sustentável”, diz Takaichi.

Pressão sobre a moeda

Os aumentos de juros do Banco do Japão, incluindo o realizado no mês passado, não conseguiram sustentar o iene. A desvalorização elevou os custos das importações e a inflação em geral, tornando-se um problema para as autoridades.

Os planos de gastos da primeira-ministra também são apontados como parte das razões para o enfraquecimento da moeda e para a alta dos rendimentos dos títulos. Investidores demonstram preocupação com a piora das finanças do Japão e com a possibilidade de novas emissões de dívida.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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