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Argentina marca amistosos com Bolívia, Burkina Faso e Benin após saída de Messi

Seleção inicia nova sequência sem o astro e terá jogo com público reduzido por punição da Fifa.

Argentina marca amistosos com Bolívia, Burkina Faso e Benin após saída de Messi

A Argentina enfrenta Bolívia, Burkina Faso e Benin em amistosos marcados para setembro e outubro, informou a Associação do Futebol Argentino (AFA). Os jogos são os primeiros da seleção desde que Lionel Messi anunciou a aposentadoria da equipe nacional.

Comandada por Lionel Scaloni, a Argentina começa a data Fifa contra a Bolívia em 30 de setembro, no Estádio Mario Alberto Kempes, na província de Córdoba. Depois, retorna a Buenos Aires para enfrentar Burkina Faso em 3 de outubro e Benin em 6 de outubro, no Estádio Monumental, do River Plate.

A equipe volta a campo após perder para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026, disputada em 19 de julho, em East Rutherford, Nova Jersey.

Punição no jogo contra a Bolívia

A partida contra a Bolívia deve ter capacidade de público reduzida a 50% por causa de uma punição aplicada pela Fifa. A sanção ocorreu depois que jogadores argentinos exibiram uma faixa com a mensagem “As Malvinas são argentinas” após a vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, na semifinal da Copa do Mundo.

A concentração da seleção está prevista para ocorrer de 21 de setembro a 6 de outubro. A AFA ainda não divulgou os convocados para os três amistosos.

Caso os confrontos sejam classificados pela Fifa como Classe A, eles poderão contar para o cumprimento das suspensões aplicadas após os incidentes que ocorreram depois da final da Copa do Mundo. Leandro Paredes recebeu suspensão de dez jogos; Nahuel Molina, de sete; e Thiago Almada, de um. Roberto Ayala, integrante da comissão técnica, foi suspenso por três jogos.

Nova etapa sem Messi

Messi anunciou, no final de agosto, sua aposentadoria da seleção. Aos 39 anos, encerra uma trajetória de duas décadas, marcada pelo título da Copa do Mundo de 2022.

O futuro de Scaloni também permanece indefinido. Depois da derrota para a Espanha, o técnico indicou a possibilidade de não renovar o contrato, que termina em 31 de dezembro.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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