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PF apreende documentos sobre imóvel de R$ 4,35 milhões ligado a Ciro Nogueira

Contrato localizado em busca da Operação Compliance Zero registra compra de unidade em condomínio de São Paulo pelo senador e Flávia Rosalen.

Ciro Nogueira e companheira compraram imóvel de R$ 4,3 milhões em São Paulo
Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

A Polícia Federal apreende documentos de uma negociação imobiliária de R$ 4,35 milhões envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e sua companheira, Flávia Roberta Rosalen. O material é localizado na quinta-feira (7/5), durante a 5ª fase da Operação Compliance Zero.

A busca ocorre na CN Motos, empresa de comércio de motocicletas de Ciro Nogueira, em Teresina (PI). Na sede, os policiais encontram documentos referentes à unidade P-2401, do Condomínio VN Millennium Faria Lima, no subcondomínio Prime. A Vitacon50 Desenvolvimento Imobiliário SPE S.A. aparece como vendedora, e Ciro e Flávia, como compradores.

Documentos apreendidos

O bloco estava sobre a mesa de Bernardo Rodrigues de Oliveira Filho, funcionário da CN Motos, na sala de Coordenação e Logística. Entre os papéis havia um resumo geral de venda, o contrato de compromisso de venda e compra de unidade autônoma e outros pactos, normas contratuais, documentos ligados às assinaturas eletrônicas e o 1º aditivo contratual.

Além do valor do imóvel, a negociação previa R$ 269,815 mil em comissão de intermediação e corretagem, cobrada separadamente do preço da unidade.

Os agentes também verificam a existência da CNLF Empreendimentos Imobiliários Ltda. cadastrada em uma das salas da CN Motos. A empresa não funcionava no local, não tinha funcionários e, conforme declaração de Jairo de Castro Koury Masuad, diretor comercial da CN Motos, suas atividades no setor imobiliário eram exercidas por Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, irmão do senador. A PF não encontra uma sala identificada como sede da CNLF.

Uma folha de agenda apreendida traz anotações sobre “estratégias de despesas e receitas”, “investidores” e uma suposta compra de “aeronave” com pagamento em espécie.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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