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Renan Santos propõe Executivo mais forte e critica decisões do STF

Candidato do Missão afirma que não cumpriria decisões judiciais consideradas ilegais e defende mudanças na relação entre os Poderes.

Renan Santos propõe Executivo mais forte e critica decisões do STF
Foto: Reprodução/TV Globo

O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, criticou o Supremo Tribunal Federal e afirmou que o Brasil vive “um não Estado de direito”, mas uma ficção institucional. A declaração ocorreu nesta quarta-feira, durante uma sabatina no programa VEJA em Foco.

Renan defendeu mudanças na relação entre os Poderes e disse que o próximo presidente deveria usar sua força política para restabelecer o equilíbrio institucional. Na avaliação dele, o sistema de freios e contrapesos previsto na República não funciona adequadamente.

Decisões judiciais

O candidato afirmou que, se fosse eleito, não cumpriria decisões judiciais que considerasse ilegais. Segundo Renan, a Advocacia-Geral da União seria acionada para avaliar as medidas e, em determinadas situações, ele não as acataria caso entendesse que o cumprimento representaria um ato ilegal.

Questionado sobre o risco de insegurança jurídica, respondeu que não existe segurança jurídica no Brasil. Também declarou que milhões de brasileiros vivem sob o domínio do crime organizado e que as eleições seriam afetadas por práticas que, na avaliação dele, comprometem o processo político.

Renan rejeitou a associação entre sua defesa de um Executivo mais forte e uma proposta de ditadura. Ele afirmou ser “um democrata institucionalista” e disse ter escolhido disputar a Presidência por meio de um partido e das regras eleitorais.

O candidato afirmou que pretende fortalecer as atribuições de cada Poder e restabelecer o sistema de freios e contrapesos. Durante a sabatina, também criticou a atuação de ministros do STF e disse que a Corte teria extrapolado suas funções.

Ao comentar a atuação de Alexandre de Moraes, Renan defendeu o afastamento do ministro e afirmou que o Senado deveria participar do processo.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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