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Gemini começa a analisar planilhas no Google Planilhas para Android

Recurso resume tabelas, identifica padrões, extrai informações e cria gráficos a partir dos dados no celular.

Gemini começa a analisar planilhas no Google Planilhas para Android
Foto: Viviane França/Canaltech/Editada por IA/ChatGPT

O Google começa a liberar o Gemini no aplicativo Google Planilhas para Android. A ferramenta de inteligência artificial analisa grandes volumes de dados pelo celular, resume tabelas, identifica padrões e extrai informações relevantes.

O acesso ocorre por um ícone de brilho dentro do aplicativo. Ao tocar nele, o usuário pode fazer perguntas ou dar instruções relacionadas aos dados da planilha. Em uma tabela de gastos mensais, por exemplo, o Gemini pode mostrar como o dinheiro foi usado, localizar transações incomuns e reconhecer padrões nos registros.

A ferramenta também cria gráficos automaticamente a partir das informações disponíveis. O recurso facilita a visualização dos dados em telas pequenas, onde a navegação por tabelas extensas pode exigir mais tempo.

Limitações e disponibilidade

Embora esteja integrado ao aplicativo, o Gemini mantém recursos mais completos na versão web do Planilhas. O Google informa que a geração de fórmulas e as alterações avançadas de formatação funcionam melhor no computador. No Android, a ferramenta prioriza a análise e a visualização rápida dos dados.

A novidade permite consultar o conteúdo de planilhas extensas sem percorrer cada linha manualmente. O usuário pode perguntar sobre a tabela e deixar o Gemini resumir os resultados ou apontar os registros relevantes.

A liberação ocorre aos poucos para usuários elegíveis e pode chegar a todos eles em cerca de 15 dias. O acesso depende de determinados planos do Google Workspace e do Google AI. O texto não detalha quais são esses planos.

O recurso está disponível no Google Planilhas para Android, mas algumas tarefas continuam mais adequadas ao computador, especialmente quando envolvem fórmulas ou mudanças avançadas de formatação.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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