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Quatro sistemas operacionais da Microsoft, Apple e Nokia que foram cancelados

Projetos como Andromeda OS, Blackcomb, Copland e Meltemi não chegaram ao público ou às etapas comerciais.

Quatro sistemas operacionais da Microsoft, Apple e Nokia que foram cancelados
Foto: Imagem gerada por IA/Gemini

Projetos da Microsoft, Apple e Nokia foram interrompidos antes de chegar ao público. Entre os motivos estão problemas de desenvolvimento, atrasos, mudanças no mercado e a complexidade dos sistemas planejados.

Projetos da Microsoft

O Andromeda OS surgiu em rumores como uma plataforma da Microsoft para dispositivos dobráveis, quando o Windows Phone já se aproximava do fim. O sistema não foi lançado. Para o Surface Duo, de 2020, a empresa optou por uma interface baseada no Android.

Outro projeto da Microsoft foi o Blackcomb, pensado para substituir o Windows XP no começo dos anos 2000. O desenvolvimento cresceu e ficou complexo demais para ser concluído dentro do prazo planejado. A empresa dividiu a iniciativa e criou uma versão intermediária, chamada Longhorn, que se transformou no Windows Vista.

Embora o Blackcomb não tenha sido finalizado, parte de suas ideias foi aproveitada no Windows 7, de 2009.

O projeto da Apple

Na primeira metade dos anos 1990, a Apple desenvolveu o Copland para suceder o Mac OS 7. A atualização enfrentou atrasos e problemas no desenvolvimento, enquanto o crescimento do Windows contribuiu para que o sistema não chegasse aos usuários.

Depois do encerramento do projeto, a Apple adquiriu a NeXT, empresa de Steve Jobs, e incorporou o NeXTSTEP à base do futuro Mac OS X. Esse sistema passou a ser usado como base para os computadores da Apple.

O sistema da Nokia

O Meltemi não foi apresentado oficialmente pela Nokia. Vazamentos e protótipos indicam que a empresa desenvolveu, no começo da década de 2010, uma plataforma baseada em Linux.

O sistema seria voltado a celulares de baixo custo, mas não avançou para as etapas comerciais. Os registros sobre a plataforma ficaram restritos a informações vazadas e demonstrações de protótipos.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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