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Caiado pede ao STF acesso a investigações sobre Banco Master e INSS

Candidato afirma que a divulgação de apurações com agentes públicos é necessária antes das eleições de outubro.

Caiado pressiona Fachin por transparência em casos Master e INSS

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) pede ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, a quebra do sigilo de investigações sobre o Banco Master, as fraudes no INSS e outros casos que envolvam agentes públicos.

A petição é protocolada nesta 4ª feira (9.set.2026). Caiado afirma que a divulgação das informações é necessária para que os eleitores conheçam as apurações antes das eleições de outubro e possam avaliar os envolvidos no processo eleitoral.

“Não faz sentido que o povo brasileiro vá às urnas às cegas”, declarou o candidato. Ele também sustenta que a falta de transparência pode prejudicar a disputa eleitoral tanto quanto a disseminação de fake news.

Argumentos apresentados

Na petição, Caiado menciona medidas adotadas pelo Judiciário em eleições anteriores para combater a desinformação. Segundo ele, a ausência de informações sobre investigações pode afetar a avaliação dos eleitores e a credibilidade das instituições.

O pedido não se limita à eleição presidencial. O candidato afirma que a abertura das apurações também seria relevante para a escolha de governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores.

Caiado declara que o eleitor precisa ter acesso aos fatos antes de votar, sem depender de vazamentos selecionados, boatos ou informações parciais. Para ele, a confiança nas instituições depende da divulgação dos dados relacionados às investigações.

“A democracia não se constrói apenas na votação sufragada na urna”, afirmou. O candidato defende que a informação completa seja uma base do processo democrático e pede ao STF a análise da quebra do sigilo das apurações mencionadas.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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