O bitcoin (BTC) encerra agosto com alta de 25%, após passar os primeiros 18 dias do mês praticamente estável, negociado entre US$ 62 mil e US$ 66 mil. A mudança ocorre em 19 de agosto e, seis dias depois, a criptomoeda chega a aproximadamente US$ 81,5 mil.
A DeFiLlama avalia que o impulso não é “fogo de palha”. O desempenho do ativo é um dos destaques da análise sobre o mercado de criptomoedas.
Recompras substituem novas compras de bitcoin
A OranjeBTC (OBTC3) anuncia a recompra de 4,36 milhões de ações ordinárias, sem registrar novas compras de bitcoin no intervalo. A empresa também supera 21% de BTC Yield em 2026, com cancelamento de ações e recompra de R$ 23 milhões.
A Strategy também pausa as aquisições da criptomoeda. Em comunicado enviado à SEC, a empresa informa o uso de US$ 176,3 milhões do caixa para recomprar ações preferenciais. A operação é registrada em documento apresentado nesta terça-feira (8).
Memecoins entram no radar
O mercado também chama atenção para as memecoins, criptomoedas que surgem de piadas na internet. Um dos casos citados é o da Hunter Biden’s Laptop (LAPTOP), ligada a Hunter Biden, filho do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden.
A associação entre bitcoin e “ouro digital” serve de ponto de partida para o alerta. A comparação remete à pirita, mineral formado por ferro e enxofre que pode se parecer com ouro. Por isso, recebe o nome de “ouro de tolo”: algo que aparenta ter valor, mas não é ouro.
A referência histórica passa por Ouro Preto, em Minas Gerais, cidade associada à exploração do ouro de aluvião, encontrado nas margens dos rios, e ao período em que a região ocupa papel central na economia brasileira no século 18.


