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Dólar recua a R$ 5,0858 com pesquisas eleitorais e alta do petróleo

Moeda brasileira acompanha o enfraquecimento global do dólar, enquanto pesquisas sobre a eleição presidencial influenciam o mercado.

Dólar recua a R$ 5,0858 com pesquisas eleitorais e alta do petróleo

O dólar à vista encerrou esta terça-feira (8) em queda de 0,88% ante o real, cotado a R$ 5,0858. O movimento ocorre em meio ao avanço da oposição nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência e à valorização do petróleo.

No exterior, a moeda americana também recua. Por volta de 17h, o DXY, índice que compara o dólar a uma cesta de seis divisas, operava em baixa de 0,34%, aos 98.843 pontos.

Eleições entram no radar

O cenário para as eleições de outubro influencia as negociações no câmbio. A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro empatados numericamente, com 41% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno.

No levantamento BTG Pactual/Nexus, os dois também aparecem tecnicamente empatados. Flávio Bolsonaro registra 46%, contra 45% de Lula, invertendo os percentuais das duas últimas semanas. A série começou em 30 de março.

No mercado internacional, ataques dos houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, à infraestrutura energética da Arábia Saudita impulsionam as cotações do petróleo. Os preços chegaram a operar próximos de US$ 100 durante a manhã. O Brent para novembro fechou em alta de 0,95%, a US$ 97,92 por barril.

Para Vitor Kayo, economista sênior da Nomad, a combinação entre a fraqueza do dólar no exterior, as novas pesquisas eleitorais e a alta do petróleo fortalece o real no curto prazo. A moeda chegou a testar R$ 5,07 durante o dia.

Kayo afirma, porém, que o ambiente externo continua exigindo cautela após o payroll forte nos Estados Unidos. O resultado reacendeu as apostas de que o Federal Reserve, banco central americano, pode voltar a elevar os juros.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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