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WhatsApp lidera vendas diretas, enquanto celular organiza atividade para 84%

Pesquisa da ABEVD mostra perfil dos vendedores, avanço dos canais digitais e predominância de cosméticos entre os produtos comercializados.

WhatsApp lidera vendas diretas, enquanto celular organiza atividade para 84%
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O celular é usado para administrar o negócio por 84% das pessoas que trabalham com venda direta, aponta uma pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). O WhatsApp aparece como principal canal de vendas para 67% dos participantes, indicando a presença das ferramentas digitais na atividade.

O levantamento é realizado pela Bare Internacional em julho de 2026. A pesquisa mostra que 76% dos entrevistados mantêm a venda direta junto com outros trabalhos ou projetos. A atuação exclusiva reúne 24% dos participantes.

Perfil dos vendedores

As mulheres representam 86% dos entrevistados. Entre os participantes, 51,8% se declaram pretos ou pardos, e 37% possuem ensino médio completo.

A atividade é associada tradicionalmente ao contato presencial entre vendedores e clientes, mas os aplicativos de mensagens permitem manter essa relação e ampliar o alcance das vendas. O modelo também pode ser conduzido sem uma estrutura física própria, conforme os dados apresentados.

Para Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD, a venda direta atende a diferentes formas de atuação. “A venda direta é um modelo moderno e adaptável”, afirma.

Categorias e flexibilidade

Cosméticos e produtos de cuidados pessoais são comercializados por 88,5% dos entrevistados e permanecem como as categorias mais presentes. A pesquisa também identifica atuação em saúde e nutrição, utilidades domésticas, vestuário, alimentos e bebidas.

A ABEVD afirma que a venda direta pode começar em menor escala e crescer de acordo com a disponibilidade e os objetivos de cada vendedor. A combinação entre flexibilidade e recursos digitais muda a dinâmica de um setor historicamente baseado no encontro presencial, ao permitir que parte da operação seja feita por aplicativos de mensagens.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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