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Painel considera Manchester City culpado em 114 de 115 acusações

Veredito ainda não define a punição, e o clube deve recorrer da decisão sobre as violações financeiras investigadas pela Premier League.

Painel considera Manchester City culpado em 114 de 115 acusações
Foto: IMAGO/APL/Alexandra Fechete

Um painel independente considera o Manchester City culpado em 114 das 115 acusações financeiras analisadas pela Premier League. A decisão é divulgada em 25 de setembro de 2026, mas ainda não define a punição do clube, que deve recorrer.

A audiência termina em dezembro de 2024, após 12 semanas. Desde então, o resultado permanece sem divulgação pública. A Premier League também não confirma oficialmente o conteúdo do veredito.

O Manchester City afirma que o procedimento continua em andamento e que ainda existem elementos importantes a concluir. O clube mantém a posição apresentada desde fevereiro de 2023 e questiona a independência e a imparcialidade da liga.

Processo envolve período amplo e pode ter novas etapas

As suspeitas sobre a forma como o clube financiava determinadas operações surgem em 2018, após a publicação de documentos. O City nega irregularidades e passa a contestar as acusações e a interpretação feita por adversários e autoridades.

Em 2020, o Tribunal Arbitral do Esporte anula uma suspensão de duas temporadas imposta pela Uefa ao clube por violações relacionadas às regras de fair play financeiro. A multa também é reduzida. O caso, porém, envolve regras e procedimentos da entidade europeia, enquanto o processo da Premier League é conduzido pela própria liga inglesa e abrange um período maior e um conjunto mais amplo de acusações.

Quando a Premier League apresenta as 115 acusações, em fevereiro de 2023, o Manchester City diz ter recebido a oportunidade de apresentar “um conjunto abrangente de provas para limpar seu nome”.

O clube mantém contratações, renovações e a disputa por títulos enquanto aguarda a decisão. Em janeiro de 2025, Erling Haaland assina um contrato de nove anos e meio, válido até 2034. O acordo se torna o mais longo da história da Premier League.

Haaland afirma que não considera as possíveis consequências de uma derrota judicial antes de assinar e diz confiar no planejamento do clube. O contrato não prevê, de forma automática, uma saída em caso de punição.

A sanção pode incluir, entre outras possibilidades, uma dedução de pontos ou a perda de títulos conquistados no período. Também podem surgir disputas judiciais de outros clubes que entendam ter sofrido prejuízos relacionados às supostas irregularidades.

A punição ainda não é definida, e qualquer previsão sobre rebaixamento, perda de títulos ou mudanças no elenco é prematura. O recurso do Manchester City pode prolongar o processo, que não termina com a decisão do painel independente.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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