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Tecnologia amplia precisão e comunicação no futebol dentro e fora de campo

Sensores, câmeras, GPS, headsets e tablets apoiam decisões da arbitragem e o monitoramento dos jogadores.

Tecnologia amplia precisão e comunicação no futebol dentro e fora de campo
Foto: Erick Teixeira/Canaltech

A tecnologia passou a ocupar diferentes funções no futebol, da análise de impedimentos ao controle das substituições. Os recursos fornecem imagens, dados e comunicação rápida para árbitros, equipes técnicas e organizações de competições, sem eliminar a participação humana nas decisões.

iPhones podem ser usados por sistemas de impedimento semiautomático. As câmeras acompanham milhares de pontos da superfície corporal dos jogadores, permitindo reconstruir os atletas em 3D e calcular suas posições. A CBF adotou em 2026, no Brasileirão, o sistema da Genius Sports, com dispositivos instalados nos estádios para auxiliar o VAR.

As bolas conectadas da FIFA também ganharam sensores. Uma unidade de medição inercial registra informações cerca de 500 vezes por segundo e identifica movimentos em três dimensões, além do instante em que o jogador toca na bola. Esses dados ajudam o VAR a combinar o momento do passe com a posição dos atletas em lances de impedimento. A tecnologia chegou à Copa do Mundo de 2026 na TRIONDA.

No monitoramento de desempenho, coletes com GPS ou GNSS podem reunir dados de acelerômetros, giroscópios e outros sensores. As comissões técnicas acompanham distância percorrida, velocidade e intensidade do esforço, usando as informações para avaliar o desempenho e ajustar cargas de treinamento.

A tecnologia da linha do gol, conhecida como GLT, usa sistemas com 14 câmeras de alta velocidade. Quando a bola ultrapassa completamente a linha, o relógio do árbitro recebe em até um segundo um alerta visual e por vibração. O recurso passou a integrar as Copas do Mundo masculinas em 2014 e também foi utilizado na Copa de 2026.

Câmeras corporais ampliam a visão do jogo. No sistema da FIFA, uma câmera presa à cabeça do árbitro transmite imagem e áudio em alta definição, em tempo real. O recurso foi testado no Mundial de Clubes de 2025 e avançou na Copa de 2026 com a Referee View. A IFAB passou a prever o uso de câmeras corporais na edição 2026/27 das Regras do Jogo, sob condições específicas.

Headsets conectam árbitro, assistentes e VAR durante a partida. Já as bandeirinhas eletrônicas, conhecidas como beep flag, permitem que o assistente envie alertas ao árbitro em situações como impedimentos, faltas e decisões sobre laterais, escanteios, tiros de meta ou gols.

Os tablets digitalizam as substituições. As equipes podem encaminhar pedidos, acompanhar quantas trocas ainda estão disponíveis e reduzir a dependência de papel. O sistema foi testado no Mundial de Clubes da FIFA de 2025, mas ainda não é adotado universalmente.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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