Santos, Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,22 · Euro R$ 5,92 · Ibovespa 183.828 -0,00% Santos 23°C 22° / 27°
Notícia a toda hora
Política

Candidatura de Augusto Cury propõe isenção ampla para itens de saúde

Representante do Avante critica a reforma tributária e apresenta prioridades para os primeiros 100 dias de governo.

Campanha de Cury defende que “saúde não deve ser tributada”

A campanha presidencial de Augusto Cury (Avante) defende alíquota zero e isenção tributária ampla para medicamentos, equipamentos e dispositivos médicos. A proposta é apresentada por Paula Távora, representante da candidatura, durante o Fórum Saúde, Diálogo e Desenvolvimento, realizado nesta 5ª feira (24.set.2026), em São Paulo.

“No nosso entendimento, saúde não deve ser tributada”, afirma Távora. Ela também critica o modelo previsto na reforma tributária e diz que a candidatura trabalha pela isenção mais ampla possível.

A legislação estima redução de 60% nas alíquotas de IBS e CBS para medicamentos em geral, além de alíquota zero para produtos específicos. Para dispositivos médicos, estão previstos tratamentos tributários diferentes conforme os produtos e as operações. Távora afirma que as regras não são claras e serão aplicadas daqui a 3 meses.

Prioridades na saúde

A candidatura apresenta 3 prioridades para os primeiros 100 dias de governo. A primeira é ampliar a atenção primária em municípios pequenos e regiões remotas, com mapeamento e estruturação de unidades de saúde.

A segunda é investir na prevenção de doenças oncológicas com base no modelo do Hospital de Amor, em Barretos (SP), referência em prevenção e diagnóstico do câncer. A terceira envolve saúde mental, com foco em neurodivergência e na integração entre saúde e educação.

Távora também cita a longevidade como uma área de atenção e defende políticas voltadas à funcionalidade da população idosa. Cury é apresentado como psiquiatra e autor de livros sobre o tema.

SUS e recursos públicos

Sobre o financiamento do SUS, a representante afirma que o principal problema do sistema está na gestão, e não na falta de recursos. A campanha defende mudanças na distribuição e no acompanhamento do dinheiro público destinado à saúde.

Para as emendas parlamentares, a proposta é criar sistemas de governança que obriguem os parlamentares a justificar a destinação dos recursos e prestar contas dos resultados.

Na judicialização da saúde, a candidatura propõe um departamento específico para doenças raras no Ministério da Saúde, com orçamento separado. A estrutura abrangeria doenças preveníveis ou não.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.