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Política

Lula prevê vitória no primeiro turno e propõe mudar escolha no STF

Em entrevista, o presidente também defende participação da sociedade civil e de um colegiado na indicação de ministros do Supremo.

Lula prevê vitória no primeiro turno e propõe mudar escolha no STF
Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirma acreditar que vencerá a eleição presidencial no primeiro turno. A declaração ocorre ao fim de uma entrevista ao programa Canal Livre, da Band, neste domingo (27).

Lula diz que o eleitor deve comparar sua trajetória e a do vice-presidente Geraldo Alckmin com as dos demais candidatos. Na avaliação dele, essa comparação mostrará que não há equivalência entre os históricos apresentados na disputa.

“Estou com a leve impressão de que não haverá segundo turno”, declara o presidente. Ele também afirma que o eleitor deve pensar no próprio futuro e relacioná-lo ao futuro do Brasil antes de escolher.

Ao mencionar Alckmin, Lula destaca que o vice-presidente foi governador de São Paulo por dezesseis anos. Sobre a própria trajetória, afirma ter sido presidente do país por 12 anos. O presidente questiona ainda quais são as biografias e os passados dos outros candidatos que permitiriam avaliar seus futuros governos.

Mudança na escolha de ministros do STF

Na mesma entrevista, Lula defende a alteração do processo de indicação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, o modelo atual é vulnerável porque a escolha fica concentrada no presidente da República.

O presidente afirma ter aprendido que os indicados precisam chegar à Corte com uma trajetória consolidada. Ele critica a possibilidade de alguém tentar construir sua biografia depois da posse e diz que o comportamento pode mudar quando o ministro assume o cargo.

“Quando ele bota a toga, ele vira Deus”, afirma Lula, ao comentar a diferença entre o momento da indicação e o exercício da função.

A proposta apresentada pelo presidente prevê a participação da sociedade civil e de um colegiado no processo. Lula diz que o mecanismo deve evitar que o escolhido seja identificado apenas como indicado pelo presidente ou pela OAB.

Segundo ele, o novo formato precisa incluir uma avaliação ampla dos candidatos. Lula também declara que um ministro do Supremo deve agir com seriedade e considera incompatível que busque enriquecer no cargo.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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