Santos, Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,22 · Euro R$ 5,92 · Ibovespa 183.828 -0,00% Santos 23°C 22° / 27°
Notícia a toda hora
Política

Perícia devolve 18 dispositivos apreendidos na investigação de Dark Horse

Relatórios liberados por Flávio Dino registram falhas em embalagens, enquanto a SSP-SP nega acesso ou manipulação dos dados.

Dark Horse: perícia devolveu ao menos 18 itens apreendidos com produtora por falhas em lacre
Foto: arquivo

A perícia da Polícia Civil de São Paulo devolveu pelo menos 18 dispositivos apreendidos na investigação da produtora do filme Dark Horse. O motivo foi a necessidade de corrigir lacres e embalagens para preservar a cadeia de custódia, conforme registram dois relatórios liberados neste domingo (13) pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os documentos têm, ao todo, 4.618 páginas. Um registro policial informa que, em 8 de junho, objetos encaminhados ao Instituto de Criminalística retornaram para a substituição dos invólucros e a aplicação de novos lacres. A relação inclui 9 notebooks, 5 celulares e 4 pendrives.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) afirma que os 27 dispositivos foram lacrados pela Polícia Civil nos locais das apreensões, na presença de testemunhas, e enviados à Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC). Segundo a pasta, embora os lacres estivessem íntegros, algumas embalagens tinham pequenos espaços, o que levou à devolução para adequação.

A secretaria diz que o procedimento foi documentado, que os itens foram novamente lacrados e que depois foram recebidos pela perícia. Também afirma que não houve acesso, extração ou manipulação dos dados e que a cadeia de custódia não foi comprometida.

Decisão sobre o sigilo

Flávio Dino retirou o sigilo das investigações da Polícia Civil de São Paulo sobre a produtora de Dark Horse. Na semana anterior, o ministro havia liberado documentos da Polícia Federal relacionados ao filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A decisão determina a divulgação dos materiais da unidade judicial responsável por casos de organizações criminosas e lavagem de bens, direitos e valores, vinculada ao Foro Central Criminal da Barra Funda, na Comarca de São Paulo. Dino justificou a medida pela necessidade de garantir a “igualdade de todos perante a lei”.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.