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Política

Renan Santos coloca derrota do Centrão como missão de seu partido

Candidato também defende mudanças fiscais, pena de morte e rejeita apoio a Lula ou Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno.

Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo

Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, afirma que derrotar o Centrão é a principal tarefa de seu partido. Durante sabatina, ele classificou o grupo como uma anomalia da política brasileira e disse que a vitória da legenda representaria uma vitória da democracia no país.

O candidato defende desvincular os pisos da saúde e da educação. Segundo Santos, a medida permitiria maior controle das contas públicas, ampliaria a capacidade do governo de elaborar o orçamento e aumentaria os investimentos. Ele também afirma que sua proposta mantém mudanças no modelo do salário mínimo, com gatilhos automáticos para reajustes de benefícios que usam o valor como referência.

Segurança e instituições

Santos diz ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas afirma que o tema não seria discutido em um primeiro mandato. Questionado sobre ser radical, nega e se descreve como uma pessoa sensata.

No bloco de perguntas rápidas, o candidato defende uma dosimetria para os condenados pelos atos de 8 de janeiro, a alteração completa do foro privilegiado e a autonomia do Banco Central. Ele também reafirma ser contrário à reeleição.

Segundo turno

Renan Santos rejeita a possibilidade de apoiar Flávio Bolsonaro, do PL, ou Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, em um eventual segundo turno. “Jamais vou trabalhar com a hipótese de eu me juntar a algum desses grupos políticos, porque eles são corruptos”, afirma.

Sobre a crise no Supremo Tribunal Federal, Santos declara que os fatos podem mudar a dinâmica das eleições nas próximas duas semanas. Ele diz que não reconhece Alexandre de Moraes como ministro legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento dele com o Banco Master.

Ao avaliar quem seria mais afetado pela crise, o candidato aponta Lula, mas acrescenta que ainda será preciso observar os desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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