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IA entre a nuvem e o dispositivo: custo, privacidade e escala definem a escolha

A definição de onde a inteligência artificial será processada passa a considerar custo, privacidade, latência e escala.

IA entre a nuvem e o dispositivo: custo, privacidade e escala definem a escolha
Foto: Reprodução/Digital Tech

A escolha entre processar inteligência artificial na nuvem ou diretamente em dispositivos ganha importância estratégica para as empresas. Embora a nuvem ofereça escalabilidade, acesso a modelos recentes e menor necessidade de investimento inicial em hardware, o custo pode crescer à medida que o uso se torna parte da rotina das equipes.

Quando ferramentas de IA são usadas diariamente em reuniões, programação e análise de documentos, o custo de inferência deixa de ser facilmente administrável. Também entram na decisão a privacidade e a governança, especialmente quando dados de clientes, documentos financeiros ou propriedade intelectual são enviados a servidores de terceiros. Setores como saúde, serviços financeiros e jurídico precisam considerar ainda as exigências de proteção de dados.

Quando o processamento local faz sentido

Modelos menores e especializados, com até 13 bilhões de parâmetros, já podem rodar em servidores baseados apenas em CPU. O texto também cita o AMD Ryzen™ AI Max+ 395 como um processador capaz de executar modelos de até 120 bilhões de parâmetros diretamente em um PC, sem dependência de infraestrutura de nuvem.

O processamento local pode reduzir a latência, ampliar o controle sobre os dados e reforçar a privacidade. Em volumes elevados de uso, também pode resultar em menor custo total. Manter as informações no dispositivo pode reduzir determinados riscos ligados à transmissão para sistemas externos.

Onde a nuvem continua necessária

A nuvem segue importante para o treinamento de modelos de grande porte, a inferência em escala e os picos de demanda. A série AMD Instinct™ MI350 Series é apresentada como uma solução voltada a esse tipo de infraestrutura de data center.

A decisão, portanto, não se resume a trocar a nuvem pelo dispositivo. A proposta é distribuir as cargas de trabalho entre diferentes ambientes, considerando custo, latência, privacidade e escala. Essa abordagem exige continuidade de software e arquitetura do laptop ao data center, além de uma coordenação capaz de definir o ambiente mais adequado para cada uso.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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