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Yakuza combina combate, minijogos e uma história que vai além da máfia

A franquia mistura ação, humor, atividades paralelas e dramas de personagens em uma jornada que começa em Yakuza 0.

Yakuza combina combate, minijogos e uma história que vai além da máfia
Foto: Xbox Wire/Reprodução

A franquia Yakuza combina combates com armas improvisadas, atividades paralelas e uma narrativa que alterna humor absurdo e dramas pessoais. Apesar da aparência de um jogo de luta sobre máfia, a série também permite cantar no karaokê, administrar cabarés e imobiliárias, jogar boliche, mahjong, golfe e outros minijogos.

Por onde começar

A porta de entrada recomendada para a saga é Yakuza 0, que se passa em 1988 e apresenta Kiryu e Majima. A série anterior a Like a Dragon tem nove jogos principais numerados, o que pode dificultar a escolha do primeiro título. Yakuza 0 registra 86 no OpenCritic, com 95% dos críticos recomendando o jogo.

A história acompanha temas como lealdade, honra, família e o custo de proteger pessoas importantes. Kiryu não é apresentado como um herói perfeito, e as consequências das escolhas e das perdas influenciam sua trajetória. Os antagonistas também recebem motivações próprias, sem se limitarem ao papel de vilões sem explicação.

Combate e atividades paralelas

O sistema de combate reúne árvore de habilidades, evolução de atributos, estilos de luta e o sistema de Heat, que permite liberar ataques especiais. Em Yakuza 0 e Kiwami, alguns personagens podem alternar entre quatro estilos diferentes.

A criatividade aparece nos objetos usados durante as brigas. Carrinhos de compras, postes de telefone, cones de trânsito, guarda-chuvas, bicicletas, placas, extintores e máquinas de venda automática podem virar armas, com golpes específicos para cada item.

Fora das lutas, a série oferece atividades com sistemas próprios. É possível administrar um cabaré, treinar funcionárias, disputar território com rivais e cuidar de uma imobiliária. Alguns minijogos têm conteúdo suficiente para funcionar como experiências independentes dentro da campanha principal.

A cidade de Kamurocho é baseada em Kabukicho, bairro de entretenimento de Tóquio. Ela aparece em praticamente todos os jogos numerados e muda conforme os anos avançam na história.

Humor, drama e reconhecimento

A franquia alterna missões secundárias inusitadas com cenas de traição, luto e decisões que transformam a vida dos personagens. Esse contraste também aparece na trajetória de Majima, que participa de momentos cômicos e dramáticos ao longo da série.

Desde 2005, Yakuza vendeu mais de 27,7 milhões de cópias no mundo, somando versões físicas e digitais. A série recebeu prêmios em diferentes edições do Japan Game Awards. Yakuza 5 e 6 obtiveram 39/40 na Famitsu, enquanto as notas no Metacritic variam entre 75 e 89.

A partir de Yakuza 0, a franquia ganhou maior atenção no Ocidente, levando a Sega a rever sua estratégia de localização e de lançamentos simultâneos. Desde Yakuza 6, os jogos usam o Dragon Engine, motor da RGG Studio que aprimora elementos visuais e animações.

A trilha sonora de Yakuza 0 reúne mais de uma dúzia de compositores e utiliza gêneros diferentes para marcar Kiryu e Majima. Entre os destaques está “Bakamitai”, música associada aos momentos de karaokê com Kiryu.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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