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Argentina pode ocupar espaço do Brasil nas exportações de carne à China

Santander vê espaço para os embarques argentinos, enquanto os abates no país recuam e indicam recomposição do rebanho.

Argentina pode ocupar espaço do Brasil nas exportações de carne à China

A Argentina pode ampliar nos próximos meses os embarques de carne bovina para a China, ocupando parte do espaço deixado pelo Brasil e pela Austrália. As cotas dos dois países no mercado chinês estão praticamente esgotadas, segundo avaliação do Santander.

Dados da Administração-Geral de Alfândegas da China (GACC) indicam que os exportadores argentinos utilizaram cerca de 60% da própria cota. Com essa margem disponível, o país pode aumentar as vendas para atender à demanda chinesa.

O Uruguai também aparece como possível beneficiário desse cenário. O banco, porém, avalia que um ciclo pecuário mais desfavorável pode limitar um avanço significativo dos volumes exportados pelo país.

Na Argentina, a alta dos preços de exportação ampliou a diferença entre as receitas obtidas com os embarques e os custos com o gado, favorecendo a rentabilidade da operação. O Santander também identifica sinais de um ciclo pecuário mais restritivo no país.

As exportações argentinas de carne bovina acumulam alta de 8% no ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior. No mesmo intervalo, os abates recuam 10%.

A participação das fêmeas nos abates também diminui. Para o banco, o movimento sugere que os pecuaristas começam a recompor o rebanho e mantêm matrizes destinadas à reprodução.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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