Daniel Vorcaro pede ao presidente do STF, Edson Fachin, a revogação da prisão preventiva ou a substituição por medidas cautelares. A defesa sustenta que não há fatos novos para justificar a continuidade da detenção, em vigor desde março.
Os advogados também citam uma indefinição nas investigações envolvendo o Banco Master. Segundo a defesa, a situação se agravou após o pedido de vista feito em sessão extraordinária do STF de terça-feira.
Fachin determinou que as apurações sobre o Master fossem encaminhadas ao gabinete dele. A decisão ocorre em meio a questionamentos sobre a condução do caso pelo relator, André Mendonça.
Na solicitação, a defesa afirma que a prisão não pode continuar enquanto o STF discute a relatoria, a competência e a validade de atos da investigação. Os advogados também argumentam que a devolução do pedido de vista pode levar até 90 (noventa) dias e que não seria legítimo manter o cárcere como único elemento estável do processo.



