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Correios fazem passeata em São Paulo durante greve nacional

Ato concentra trabalhadores na Praça da República nesta quarta-feira; julgamento do dissídio no TST está marcado para 21 de setembro.

Correios fazem passeata em São Paulo durante greve nacional

Trabalhadores dos Correios em greve realizam uma passeata nesta quarta-feira, 16 de agosto, no centro de São Paulo. A concentração começa às 14h, na Praça da República, e a saída está prevista para as 15h, conforme anúncio do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios, Telégrafos e Similares de São Paulo (SINTECT-SP).

A manifestação ocorre durante a paralisação nacional da categoria, iniciada na semana passada depois que os trabalhadores rejeitaram a proposta apresentada pelos Correios nas negociações do acordo coletivo. O movimento foi aprovado por tempo indeterminado, após o encerramento das tratativas sem acordo.

A mobilização deve reunir trabalhadores de São Paulo, representantes sindicais de outras regiões do país, centrais sindicais e movimentos sociais. Entre as reivindicações estão mudanças relacionadas ao plano de saúde para trabalhadores, aposentados e dependentes, além da preservação de direitos previstos no acordo coletivo.

Assembleia é adiada

Uma assembleia prevista para esta quarta-feira foi adiada para que os trabalhadores concentrem esforços na passeata. O SINTECT-SP ainda vai definir e divulgar uma nova data. A entidade orienta a categoria a manter a greve enquanto não houver avanço nas negociações com a direção dos Correios.

O impasse também está no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Os Correios recorreram à Justiça depois da rejeição da proposta e da decisão de continuidade da paralisação. A empresa pede que a greve seja considerada abusiva e que os serviços sejam retomados imediatamente.

O julgamento do dissídio coletivo está marcado para 21 de setembro, às 13h30. Até essa data, o sindicato afirma que pretende manter a paralisação e ampliar as mobilizações em todo o país. Sindicatos de diferentes regiões do Brasil aderiram ao movimento.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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