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Kremlin admite reunião com Ucrânia e EUA para discutir guerra em outubro

Dmitry Peskov confirma a possibilidade de uma cúpula, enquanto ataques e alertas de drones elevam a tensão no Leste Europeu.

Kremlin admite reunião com Ucrânia e EUA para discutir guerra em outubro

A Rússia admite a possibilidade de realizar uma reunião com a Ucrânia e os Estados Unidos em outubro para discutir o andamento da guerra. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirma que o encontro pode ocorrer, mas o governo russo afirma que não há novas propostas para encerrar o conflito no momento.

A eventual cúpula trilateral teria como objetivo buscar avanços nas negociações. Yuri Ushakov, assessor de política externa do presidente russo Vladimir Putin, diz que ainda existem muitas questões a resolver antes de uma reunião com Washington e Kiev. Para ele, um progresso sobre a questão territorial poderia facilitar outros acordos.

“Precisamos de um entendimento sobre o que será acordado em relação à questão territorial”, afirma Ushakov. O assessor acrescenta que Índia e China se ofereceram para ajudar na busca de uma solução para a guerra na Ucrânia.

Ataques e alertas na região

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiha, afirma que um posto de serviços em Yahodyn, perto da fronteira entre Ucrânia e Polônia, foi atingido durante um ataque massivo de drones. Ele pede que a comunidade internacional adote medidas contra a Rússia.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, diz que equipes de emergência foram deslocadas para a região de Volyn. Segundo ele, uma locomotiva foi incendiada deliberadamente e um posto de serviço foi danificado durante o ataque com drones.

Na Lituânia, o aeroporto de Vilnius é fechado após a possível presença de drones no espaço aéreo do país. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) mobiliza caças durante o episódio. As ocorrências aumentam a preocupação com a segurança no Leste Europeu.

O Kremlin informa que o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e o presidente da China, Xi Jinping, ofereceram ajuda para mediar o conflito. Moscou também afirma que Putin recebeu positivamente a disposição dos dois líderes em cooperar.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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