Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00% Belo Horizonte 14°C 14° / 22°
Notícia a toda hora
Brasil

Kremlin considera missão americana avanço limitado nas negociações sobre a Ucrânia

Dmitry Peskov diz que Moscou valoriza os esforços de Steve Witkoff e Jared Kushner para retomar as conversas de paz.

Kremlin considera missão americana avanço limitado nas negociações sobre a Ucrânia

O governo russo considera a missão dos enviados americanos Steve Witkoff e Jared Kushner um avanço limitado nas tentativas de retomar as negociações para encerrar a guerra na Ucrânia. A avaliação é apresentada pelo porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nesta segunda-feira (7), data em que termina uma trégua de três dias nos ataques contra Moscou e Kiev.

Peskov afirma que “qualquer tentativa, mais ou menos eficaz, é um pequeno passo rumo à paz” e diz que Moscou valoriza os esforços dos negociadores americanos. Durante um encontro no sábado (5) com os representantes de Donald Trump, o presidente russo, Vladimir Putin, expressa gratidão ao então presidente dos Estados Unidos pelo compromisso com a paz.

Possíveis próximos contatos

O Kremlin não descarta uma conversa telefônica entre Putin e Trump após a rodada de negociações. Também admite a possibilidade de retomada das tratativas em formato trilateral, com a participação de Rússia, Ucrânia e Estados Unidos. Peskov ressalta, porém, que ainda não há local nem datas exatas definidos.

A imprensa ucraniana informa que Trump deve conversar nesta segunda-feira com Putin e com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Zelensky afirma que Kiev prepara “novos encontros e comunicações” para avançar no esforço diplomático. As posições dos governos continuam distantes em temas como integridade territorial, neutralidade militar da Ucrânia e garantias de segurança para o período posterior ao conflito.

O presidente ucraniano diz que a prioridade é manter o trabalho conjunto para que a diplomacia avance. A possibilidade de novas conversas permanece aberta, mas as divergências sobre os termos de um acordo continuam entre os principais pontos das negociações.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.