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Ex-vereadora Verônica Costa é presa após tentar despistar a polícia no Rio

Condenada por torturar o ex-marido, ela troca de carro antes de ser localizada em Petrópolis pela Polícia Civil.

Ex-vereadora Verônica Costa é presa após tentar despistar a polícia no Rio
Foto: @veronicacostamaeloira/Instagram

A ex-vereadora Verônica Costa (PL) é presa após trocar de carro para tentar despistar a Polícia Civil. Conhecida como “Mãe Loira do Funk”, ela é condenada a 10 anos e oito meses de prisão em regime fechado pela tortura do ex-marido, Márcio Costa.

A ordem de prisão é expedida pela Justiça do Rio após o processo transitar em julgado, com o fim das possibilidades de recurso. Na quarta-feira, a polícia vai até a casa de Verônica, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste, mas não a encontra. Ela é localizada no dia seguinte, por volta das 20h, em Araras, distrito de Petrópolis.

Condenação

De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Márcio é atraído ao quarto do casal em fevereiro de 2011. Ele é amordaçado, vendado e tem as mãos amarradas por Verônica e familiares. Ainda segundo a denúncia, a vítima permanece em cárcere privado, é ameaçada e sofre tortura.

Os envolvidos, conforme o MPRJ, borrifam inseticida no rosto de Márcio, jogam gasolina em seu corpo e afundam a cabeça dele na água do vaso sanitário e na banheira. A denúncia relaciona o crime a um suposto caso extraconjugal e ao desvio de dinheiro arrecadado na campanha eleitoral.

Verônica é condenada inicialmente a 5 anos e 10 meses de prisão, em 2019. Em 2023, após recurso do MPRJ, a pena sobe para 10 anos e 8 meses, em regime fechado. Os desembargadores também mantêm a perda do mandato no Legislativo.

Bruno Chaves Ribeiro, irmão de Verônica, recebe a mesma pena. Tatiane Chaves Ribeiro, irmã da ex-vereadora; Bruno Marcelo Bahia Marques, marido de Tatiane; e Sebastião de Oliveira Evangelista, padrasto de Verônica, são condenados a 10 anos.

Após a prisão, Márcio afirma estar aliviado, mas diz que a tortura continua sendo uma “ferida aberta”. “Não é comemoração. É alívio”, escreve nas redes sociais. Ele afirma que esperou por anos pela decisão final da Justiça.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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