SÃO PAULO — As discussões sobre palpites de inteligência artificial para a Lotofácil da Independência, o risco de calote na dívida pública e os pagamentos de dividendos estão entre os assuntos que mais movimentaram a semana. Também ganharam destaque a nova loja de luxo da JHSF e a mineradora mais exposta à alta dos fretes do minério de ferro.
A Caixa Econômica Federal realiza na próxima terça-feira (15) o sorteio da Lotofácil da Independência de 2026. O prêmio é estimado em R$ 300 milhões e pode ser dividido entre muitos ganhadores.
Modelos como ChatGPT, Claude, Gemini, Copilot e DeepSeek foram consultados sobre estratégias e palpites. As ferramentas ressaltam que não é possível prever o resultado, porque a loteria é aleatória e todas as combinações válidas têm a mesma chance matemática.
Dívida pública e mercado
A possibilidade de o governo brasileiro deixar de pagar títulos públicos também esteve entre os temas de maior interesse. O cenário de Selic elevada, o endividamento do governo, as discussões sobre déficit e os gastos públicos alimentam dúvidas entre investidores de renda fixa.
O mercado defende a necessidade de um ajuste das contas públicas nos próximos anos, independentemente do resultado das eleições. A preocupação aumentou após empresas com títulos de crédito no mercado entrarem em recuperação ou quebrarem.
JHSF e minério de ferro
A JHSF (JHSF3) anunciou a abertura da CJ Fashion no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. A department store ocupa mais de 4 mil metros quadrados em três andares, reúne cerca de 150 marcas e aproximadamente 60 operações de moda, joias, beleza, acessórios, sapatos, gastronomia, casa e lifestyle. A abertura ao público ocorre no sábado, 26 de setembro.
No mercado de commodities, um relatório do Goldman Sachs apontou a forte exposição de uma mineradora brasileira à alta do frete marítimo do minério de ferro. A Vale (VALE3) não é a empresa mais afetada, segundo a análise.
Também ganhou atenção um levantamento da Elos Ayta sobre dividendos e juros sobre capital próprio. O estudo selecionou dez companhias que mais distribuíram esses valores no segundo trimestre de 2026, entre empresas que mantiveram pagamentos superiores a R$ 100 milhões em todos os trimestres desde junho de 2025.



