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Chelsea de Xabi Alonso marca muito, mas sofre com a defesa exposta

Após seis partidas, o Chelsea soma 18 gols marcados e 12 sofridos sob o comando de Xabi Alonso.

Chelsea de Xabi Alonso marca muito, mas sofre com a defesa exposta
Foto: IMAGO/Mark Pain

O Chelsea de Xabi Alonso começou a temporada com produção ofensiva alta, mas também com problemas para proteger a própria defesa. Após seis partidas, a equipe marcou 18 gols e sofreu 12 — médias de três gols feitos e dois tomados por jogo.

A combinação entre Cole Palmer, Morgan Rogers e João Pedro deu ao time mobilidade, aceleração e capacidade de decisão no ataque. Xabi Alonso também abre o campo com os alas, como Pedro Neto e Jorrel Hato, para criar espaços por dentro e aproximar os meias da área. As trocas de posição e a circulação rápida dificultam a marcação adversária.

O desequilíbrio aparece quando o Chelsea perde a bola. Nos quatro primeiros jogos de Premier League, a equipe não encontrou uma formação defensiva que transmitisse segurança. A pressão no campo de ataque ocorre de forma irregular, enquanto os adversários exploram transições e os lados do campo.

A ausência de Moisés Caicedo aumenta a dificuldade. O equatoriano protege a defesa e sustenta a estrutura quando os demais jogadores avançam. Reece James tem atuado por dentro, apesar de ser lateral-direito de origem, e Malo Gusto também é utilizado em uma função diferente daquela inicialmente projetada para sua carreira no clube.

Valentín Barco aparece como alternativa, mas ainda há dúvidas sobre entregar a ele uma responsabilidade maior na Premier League. Roméo Lavia tem características para a posição, porém os problemas físicos limitaram sua sequência. Jordan Henderson, aos 36 anos, ainda se recupera de lesão e não estreou.

Após o empate por 2 a 2 com o Hull City, Alonso afirmou que o time precisa permanecer mais compacto quando estiver em vantagem e ser mais intenso sem a bola. O treinador também disse que qualquer equipe da elite inglesa pode punir uma displicência. Na avaliação dele, o primeiro gol surgiu após um lançamento longo, com dois quiques, que expôs a defesa.

A meta também gera preocupação. Dibu Martínez ainda não teve um início convincente como substituto de Robert Sánchez, aumentando a pressão sobre um sistema que já apresenta falhas de posicionamento.

O histórico recente de Alonso mostra que o treinador já montou defesas mais estáveis. No Bayer Leverkusen, a equipe sofreu 24 gols em 34 partidas da Bundesliga na temporada 2023/24, em uma campanha invicta que terminou com o título alemão. Na segunda temporada, foram 43 gols sofridos em 34 rodadas.

No Real Madrid, em uma passagem de 34 partidas, o time sofreu 38 gols. A pressão alta deixou espaços para transições, enquanto lesões de Militão, Rüdiger, Alaba, Mendy, Carvajal e Trent Alexander-Arnold afetaram a estabilidade do setor.

O Chelsea reúne, neste momento, a agressividade ofensiva desejada por Alonso e vulnerabilidades defensivas que lembram o período em Madrid. Os 18 gols marcados tornam o time mais ofensivo, mas os 12 sofridos mostram que ainda falta equilíbrio para sustentar regularidade na Premier League.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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