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Lewis-Skelly usa budismo e diário para controlar a pressão no Arsenal

Aos 19 anos, meio-campista recorre à atenção plena, respiração, música e escrita para lidar com o nervosismo antes dos jogos.

Lewis-Skelly usa budismo e diário para controlar a pressão no Arsenal
Foto: Giuseppe Maffia/IMAGO

Myles Lewis-Skelly encontra no budismo ferramentas para compreender os próprios pensamentos e controlar o nervosismo antes de entrar em campo. Aos 19 anos, o jogador do Arsenal volta à seleção inglesa e se prepara para os compromissos da Liga das Nações contra Espanha, Tchéquia e Croácia.

O meio-campista usa técnicas de respiração, música, conversas e atenção plena para recuperar a tranquilidade. Ele também escreve em um diário, prática que, segundo o jogador, ajuda a identificar o que provoca alegria ou desconforto e a direcionar melhor os pensamentos.

“É importante manter a calma sempre”, afirma Lewis-Skelly ao explicar como tenta acalmar o sistema nervoso. O jogador não trata a ansiedade apenas como algo a ser afastado. A intenção é reconhecer o que acontece na mente para evitar que o nervosismo controle suas decisões em campo.

Preparação mental e mudança de posição

Lewis-Skelly usa o conceito budista de “mente de macaco” para descrever uma mente inquieta, que passa rapidamente de um pensamento ou preocupação para outro. Para ele, a atenção plena exige treinamento, assim como o desenvolvimento físico de um atleta.

“Ela é um músculo, então você precisa treiná-la”, diz o jogador. Ele atribui às pessoas próximas parte do contato com esses princípios, mas coloca a prática da atenção plena no centro da rotina. O diário também faz parte dos hábitos de Mikel Arteta.

O trabalho mental acompanha uma mudança na trajetória de Lewis-Skelly no Arsenal. Depois de se destacar como lateral-esquerdo, ele passou a atuar no meio-campo sob o comando de Arteta. É nessa posição que foi convocado por Thomas Tuchel para a seleção inglesa.

O jogador chegou a ser considerado para a Copa do Mundo após uma reta final de temporada de destaque, mas ficou fora da lista final. Quase um ano depois de sua última partida pela Inglaterra, contra a Letônia, em outubro de 2025, ele volta a ter a possibilidade de defender a equipe nacional.

Questionado sobre a posição, Lewis-Skelly afirma ser meio-campista, mas ressalta que as necessidades coletivas vêm antes da preferência individual. A Inglaterra enfrenta Espanha (26/09), Tchéquia (29/9) e Croácia (03/10) na Liga das Nações.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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