O Napoli afunila as opções para reforçar o elenco na reabertura da janela de transferências, em janeiro. Entre os alvos está o lateral-direito brasileiro Dodô, da Fiorentina, que perdeu espaço no clube e não atua desde o final de agosto.
Vice-campeão da última Serie A, o Napoli soma duas vitórias, um empate e duas derrotas no campeonato em 2026/27. Na Champions League, a equipe também perde em casa para o Arsenal. Diante desse início, o clube avalia mudanças para voltar a brigar pelo G4 da competição italiana.
Os investimentos feitos no verão europeu foram direcionados às compras definitivas do centroavante Rasmus Hojlund, do goleiro Vanja Milinkovic-Savic e do ponta Alisson Santos, que estavam emprestados. O trio custa 66,5 milhões de euros (cerca de R$ 390,5 milhões). Com isso, Benoit Badiashile e Constantino Favasuli são as únicas novidades contratadas por empréstimo para 2026/27.
Por causa das lesões, o técnico italiano se reúne com o diretor esportivo Giovanni Manna e o dono do Napoli, Aurelio De Laurentiis, para discutir possíveis soluções no mercado.
Dodô está em seu último ano de contrato com a Fiorentina e é um alvo antigo do Napoli. O clube pode assinar um pré-contrato para a próxima temporada ou negociar sua chegada no início de 2027. Nas últimas semanas, o brasileiro fica limitado ao banco de reservas sem ser utilizado.
Além do lateral, o Napoli monitora Asane Sow, Mamadou Coulibaly e Sebastian Szymansky. Sow atua pelos dois lados do ataque, com preferência pela esquerda, e soma três gols e quatro assistências em sete partidas da Liga Suíça pelo Basel. O senegalês tem 20 anos.
No meio-campo, Coulibaly é o novo favorito dos observadores do Napoli. O jogador, camisa 28 do Monaco, tem 22 anos e contrato até meados de 2028. O clube também considera Szymansky, meia polonês do Rennes, como alternativa. Aos 27 anos, ele tem passagens por Légia Varsóvia, Dinamo Moscou, Feyenoord e Fenerbahçe.
O Napoli avalia que perdeu a chance de contratar Issa Doumbia, vendido pelo Venezia ao Sporting em junho por 20 milhões de euros fixos (em torno de R$ 117,6 milhões na cotação atual).



