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Justiça mantém prisão de Milton Leite após audiência de custódia em São Paulo

Ex-vereador recebe atendimento médico por pico de pressão alta antes da audiência, segundo seus advogados.

Justiça mantém prisão de Milton Leite após audiência de custódia em São Paulo
Foto: Richard Lourenço/Rede Câmara/Divulgação

A Justiça de São Paulo mantém preso Milton Leite, ex-presidente da Câmara de São Paulo e presidente estadual do União Brasil. A decisão é tomada após audiência de custódia realizada neste sábado, 19. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) afirma que não identifica irregularidades no cumprimento da prisão.

Leite recebe atendimento médico no fórum minutos antes da audiência, após apresentar um pico de pressão alta, conforme seus advogados. Ele se apresenta na delegacia de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, na tarde de sexta-feira, 18, para cumprir o mandado de prisão expedido no âmbito da Operação Vectura Corrupta.

A investigação apura possíveis relações entre empresas de transporte público em São Paulo e o Primeiro Comando da Capital (PCC). A operação também tem como alvos um ex-servidor da prefeitura que atuava na SPTrans, um candidato a deputado estadual e três advogados, de acordo com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP).

As diligências ocorrem na capital e nos municípios de Santana de Parnaíba, São Bernardo do Campo, Diadema, Santos, Praia Grande e Cubatão. A ordem de prisão contra Leite é expedida após a operação deflagrada na manhã de quinta-feira, 17. O político havia informado que se entregaria em até 24 horas, mas isso não acontece.

Investigação sobre transporte

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, a Vectura Corrupta é um desdobramento da força-tarefa Dercúrio, de 2024, que investiga a atuação do crime organizado no sistema de transporte paulistano. A suspeita era de uso de empresas para lavar dinheiro e, depois, articular candidaturas de políticos que pudessem ajudar o grupo criminoso.

A Transwolff, empresa que atuava na capital e na região metropolitana, é alvo de intervenção da prefeitura por causa das investigações.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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