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Exército lidera segurança cibernética de projeto de comunicação quântica

Acordo com o CTI Renato Archer integra o Projeto AURORA, que prevê canais quânticos entre Campinas, São Paulo, Recife e João Pessoa.

Exército lidera segurança cibernética de projeto de comunicação quântica

CAMPINAS (SP) — O Exército Brasileiro e o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer) assinam um Memorando de Entendimento para cooperar no Projeto de Estado AURORA, voltado ao desenvolvimento de redes avançadas de comunicação quântica. O Exército ficará responsável pela liderança do pilar de segurança cibernética da iniciativa, estruturado como um Escudo Quântico.

O acordo é firmado durante o IV Encontro Nacional de Tecnologias Quânticas para Defesa (IV ENTQD), realizado no CTI Renato Archer, em Campinas. Organizado com participação do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército, o evento reúne autoridades e representantes das Forças Armadas, especialistas de instituições públicas e privadas de pesquisa, integrantes da academia e do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação.

As discussões são organizadas em quatro painéis, sobre aspectos político-estratégicos das tecnologias quânticas; estímulo à indústria, à pesquisa e aos projetos de Estado; perspectivas para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação; e participação da academia e de unidades especializadas de pesquisa.

A Comunicação Quântica está entre as prioridades do encontro. As propostas buscam ampliar capacidades nacionais autônomas e integrar as competências das Forças Armadas, dos centros de pesquisa, das universidades e do ecossistema brasileiro de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Projeto AURORA

Concebido pelo CTI Renato Archer, o Projeto AURORA — Arquitetura Unificada de Redes Optoeletrônicas de Resiliência Avançada — tem como objetivo reforçar a segurança da informação por meio de redes de comunicação quântica. A iniciativa pretende proteger dados de cidadãos, das Forças Armadas e de infraestruturas críticas do país.

Na fase inicial, estão previstos canais de comunicação quântica operacional entre Campinas e São Paulo e na região Nordeste, conectando Recife e João Pessoa. O projeto depende da integração entre o Estado, a pesquisa científica, o setor produtivo e as Forças Armadas para desenvolver soluções nacionais voltadas à proteção de sistemas estratégicos.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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