BRASÍLIA — O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, lamenta a morte da jornalista Sônia Carneiro, aos 74 anos. Ela morreu neste domingo (20), em Brasília.
Em nota, Mercadante destaca a trajetória da jornalista no jornalismo político brasileiro e sua defesa da democracia e da liberdade de imprensa. Conhecida como Soninha por amigos e colegas, Sônia construiu grande parte da carreira na Rádio Jornal do Brasil e no Jornal do Brasil, em Brasília.
Ao longo da profissão, acompanhou acontecimentos como a redemocratização, a campanha das Diretas Já, a Assembleia Nacional Constituinte, a eleição presidencial de 1989, a CPI de PC Farias e o impeachment de Fernando Collor.
“Reconhecida pela coragem com que exercia a profissão, tornou-se uma referência na cobertura política de Brasília”, afirmou Mercadante.
Defesa da imprensa livre
Recentemente, Sônia participou de uma sessão do Congresso Nacional realizada em comemoração aos 40 anos da redemocratização brasileira. Na ocasião, relacionou a democracia à existência de uma imprensa livre.
“A lição que passo hoje é o valor da liberdade de imprensa e da conquista da democracia. Uma não existe sem a outra”, afirmou a jornalista, em declaração reproduzida na nota de Mercadante.
O presidente do BNDES também ressaltou a importância da contribuição de Sônia para as novas gerações diante da desinformação. Ao encerrar a homenagem, expressou condolências aos familiares, amigos e colegas de profissão.
Sônia Carneiro deixa dois filhos, Terence e Danniel Zveiter.



