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Política

Helena Chagas associa vitória de Flávio Bolsonaro a ruptura democrática

Ex-ministra afirma que uma eventual eleição do senador representaria retrocesso autoritário e entrega de recursos brasileiros a interesses externos.

Helena Chagas associa vitória de Flávio Bolsonaro a ruptura democrática

A jornalista e ex-ministra Helena Chagas afirma que uma eventual eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República representaria mais do que um risco à democracia: seria, na avaliação dela, a confirmação de um retrocesso autoritário no Brasil.

A manifestação foi publicada neste domingo (27), a sete dias da votação. Helena Chagas diz que o momento exige reflexão dos eleitores, especialmente porque a maioria do eleitorado brasileiro não nasceu durante a ditadura. “Eleger Flávio Bolsonaro não é um risco de golpe à democracia. É a certeza do golpe”, declarou.

A ex-ministra também relaciona uma possível vitória do senador a um período de violência política e restrição de direitos. Na avaliação dela, o país poderia retornar a um contexto em que jovens e pais de família deixavam suas casas e não voltavam. Helena descreve esse cenário como um retorno à brutalidade.

Soberania e interesses estrangeiros

Além das consequências para os direitos civis e as garantias democráticas, Helena Chagas afirma que um governo de Flávio Bolsonaro comprometeria a soberania nacional e colocaria recursos naturais brasileiros sob influência de potências estrangeiras.

A jornalista cita especificamente os Estados Unidos e os minerais raros do Brasil. “Veremos o país entregue aos EUA, nossos minerais raros drenados para lá e Marco Rubio com gabinete no Planalto”, afirmou, ao mencionar o que considera uma influência de setores da política norte-americana sobre decisões estratégicas do país.

Flávio Bolsonaro é filho de Jair Bolsonaro (PL). Para Helena Chagas, os riscos que ela associa à candidatura devem ocupar o centro da decisão eleitoral. Ela afirma que não seria necessário aprofundar outros argumentos para justificar sua posição diante do pleito.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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