A decisão de voto se consolidou entre os eleitores na nova pesquisa BTG/Nexus. Dos entrevistados que escolheram algum candidato, 83% dizem que já decidiram e não vão mudar, contra 81% na semana passada. Outros 17% ainda admitem trocar de candidato.
Luiz Inácio Lula da Silva tem uma das bases mais firmes: 89% dos seus eleitores afirmam que a escolha está definida. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, o índice é de 86%. Augusto Cury registra 65% de voto consolidado; Renan Santos, 66%; Ronaldo Caiado, 48%; e Romeu Zema, 30%.
A rodada também mostra recuperação na avaliação do governo. A aprovação passa de 45% para 47%, enquanto a desaprovação recua de 50% para 49%. A distância entre os dois indicadores cai de 5 para 2 pontos percentuais. Na avaliação qualitativa, 37% classificam o governo como ótimo ou bom, 18% como regular e 44% como ruim ou péssimo.
No primeiro turno, Lula avança de 39% para 40% na pesquisa espontânea. No principal cenário estimulado, passa de 39% para 42%. Flávio cresce de 31% para 34% na espontânea e de 35% para 37% na estimulada. Augusto Cury aparece com 6%, Ronaldo Caiado com 5%, Renan Santos com 2%, e Romeu Zema e Samara têm 1% cada.
O presidente também amplia o potencial de voto, que reúne os eleitores que só votariam nele e os que poderiam escolhê-lo. O índice sobe de 47% para 50%. Flávio passa de 47% para 48%. A rejeição de Lula oscila de 49% para 48%, enquanto a de Flávio permanece em 50%.
No segundo turno, Lula passa de 45% para 47% contra Flávio, que mantém 46%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, o que mantém o confronto em empate técnico. O presidente também aparece numericamente à frente de Ronaldo Caiado por 47% a 41%, de Romeu Zema por 49% a 39%, de Renan Santos por 48% a 37% e de Augusto Cury por 45% a 42%.
A 14ª rodada ouve 2.003 eleitores por telefone entre os dias 11 e 13 de setembro. O nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04076/2026.



