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PF formaliza demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

Ato publicado no Diário Oficial da União confirma desligamento após processo disciplinar por faltas ao serviço.

PF formaliza demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo
Foto: @BolsonaroSP/X

A Polícia Federal formaliza nesta segunda-feira, 21, a demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo. O ato publicado no Diário Oficial da União encerra o vínculo do ex-deputado com a corporação, onde ocupava o cargo concursado de escrivão.

A decisão já havia sido tomada em processo administrativo disciplinar. Assinado pelo ministro da Justiça, Wellignton César Lima e Silva, o documento cita a Lei nº 15.047 de 2024 e registra que Eduardo Nantes Bolsonaro faltou injustificadamente ao serviço por período superior a trinta dias consecutivos. A medida também menciona o artigo 15, inciso IX, da mesma norma, que trata do abandono de cargo.

Retorno à Polícia Federal

Em março de 2025, Eduardo Bolsonaro foi para os Estados Unidos e pediu licença do mandato de deputado federal. A licença terminou sem renovação. Enquanto exercia o mandato parlamentar, ele permanecia afastado da função de escrivão.

Após perder o mandato no fim do ano, por faltas, ele deveria retornar à Polícia Federal, o que não ocorreu. A cassação foi determinada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Eduardo também responde a ações penais no Supremo Tribunal Federal. Entre os casos mencionados está uma investigação por supostamente instigar sanções contra autoridades brasileiras após a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no caso do golpe de estado.

A Polícia Federal suspeita ainda que recursos enviados por Daniel Vorcaro aos Estados Unidos tenham sido direcionados para financiar o filme Dark Horse. Flávio Bolsonaro, irmão de Eduardo, é investigado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas em razão da quantia solicitada ao banqueiro. O patrocínio foi enviado a um fundo chamado Havengate, administrado pelo advogado de Eduardo.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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