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Apple encerra aplicativos e migra recursos para outros serviços

Clips, Dark Sky, iTunes, Aperture, iPhotos e Safari para Windows deixaram de fazer parte do ecossistema da empresa.

Apple encerra aplicativos e migra recursos para outros serviços
Foto: Unsplash/Bagus Hernawan

A Apple descontinuou aplicativos que fizeram parte do ecossistema do iOS e do macOS. Em diferentes momentos, a empresa encerrou os serviços e transferiu recursos para outros softwares nativos ou substituiu as plataformas por novas soluções.

O Clips era um editor de vídeos para o iOS voltado à criação rápida de conteúdo para redes sociais. A ferramenta chegou a ser comparada ao CapCut pelo formato, mas não alcançou grande popularidade. A Apple encerrou o aplicativo em 2025 e retirou o serviço da App Store.

O Dark Sky oferecia informações meteorológicas avançadas, incluindo dados de precipitação e mapas detalhados. A Apple comprou a plataforma em 2020 e encerrou o aplicativo em 2022. Parte dos recursos foi incorporada ao Tempo, aplicativo nativo de previsão do tempo dos sistemas da empresa.

Serviços substituídos

O iTunes teve funções de compra de músicas e de organização de filmes e álbuns em uma biblioteca digital. A partir de 2015, a Apple deixou a plataforma de lado para priorizar seus serviços de assinatura: Apple Music, Apple TV e Apple Podcasts. O aplicativo continuou disponível no Windows por um período, até ser substituído por uma nova linha de softwares.

Aperture e iPhotos eram usados para editar imagens e organizar galerias. O Aperture reunia recursos avançados de edição fotográfica, enquanto o iPhotos permitia acessar e administrar as fotos. Os dois foram descontinuados, e a Apple passou a concentrar essas funções no Fotos.

Também deixou de existir a versão do Safari para Windows. O navegador foi lançado para levar uma plataforma do macOS aos computadores com sistema da Microsoft, mas não conseguiu competir com o Chrome. A Apple encerrou essa versão em 2012 e não voltou a oferecer o Safari fora de seu ecossistema.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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