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Control Resonant amplia mapa e aposta em Manhattan distorcida

Diretor de arte Elmeri Raitanen explica como a Remedy ampliou escala, ferramentas e opções de personalização no novo jogo.

Control Resonant amplia mapa e aposta em Manhattan distorcida
Foto: Divulgação/Remedy Entertainment

Control Resonant chega em 24 de setembro com uma escala maior do que a dos jogos anteriores da Remedy Entertainment. Na aventura, Dylan explora uma versão distorcida da ilha de Manhattan, afetada por anomalias na realidade e pelo Ruído.

O diretor de arte Elmeri Raitanen afirma que o mapa tem aproximadamente o dobro do tamanho do ambiente de Alan Wake 2. A expansão urbana também levou à duplicação da quantidade de entidades no jogo, entre objetos e inimigos.

A equipe revisou o motor gráfico Northlight para dar suporte ao projeto. Entre as mudanças está uma ferramenta que funciona em nuvem e permite a edição simultânea dos elementos. Para Raitanen, essa alteração foi essencial para viabilizar o desenvolvimento em uma escala maior.

Manhattan transformada

A cidade combina prédios, ruas e outros locais impactados por anomalias. A proposta é manter uma aparência reconhecível, mas com distorções que identifiquem o jogo. A gravidade também participa da experiência: Dylan pode usá-la para se adaptar aos cenários, criar novas possibilidades de combate e enfrentar os inimigos.

A ameaça paranormal transforma os arredores de Manhattan de maneira algorítmica. Raitanen diz que a anomalia não aparece apenas como um detalhe visual, mas ocupa o centro da experiência. A equipe também busca contrastar a aparência inicialmente normal da cidade com a corrupção causada pelo Ruído.

O jogo funciona como um espelho de Control (2019). No título original, Jesse entra na Oldest House, um ambiente estranho para ela. Em Control Resonant, Dylan passou décadas em cativeiro pela FBC e considera aquele local tudo o que conhece. Ao sair, é o mundo normal que se torna alienígena para ele.

Dylan como protagonista

A Remedy trabalhou na transição de Dylan de personagem corrompido pelo Ruído e com papel antagônico para protagonista. Para aproximar o público do personagem, o estúdio criou opções de customização mais profundas do que nos jogos anteriores da empresa.

Raitanen também participou de Quantum Break (2015) e dos efeitos visuais de Control. Segundo ele, a experiência acumulada nesses projetos contribuiu para a evolução visual de Control Resonant, que chega ao PS5, XBOX Series e PCs.

O diretor reconhece a pressão antes do lançamento. Ele afirma que a equipe pretende preservar a vibração do primeiro Control, mas também apresenta mudanças na estrutura. O novo jogo permite encontrar elementos do mapa ou concluir um objetivo antes de conhecer o personagem responsável por uma missão.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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