A PNOĒ desenvolve uma máscara que analisa a respiração para medir o consumo de oxigênio e a liberação de gás carbônico. Os resultados são usados para sugerir mudanças na alimentação e nos treinos. O produto chega em 1º de outubro.
A nova versão pode ser operada pelo próprio usuário, ao contrário do equipamento anterior da empresa. Para realizar o teste, é preciso vestir a máscara, apertar um botão e respirar durante cerca de oito minutos.
O que o equipamento mede
A análise dos gases indica como o corpo produz energia. Entre os resultados estão o VO₂ máximo, que mostra a capacidade de usar oxigênio durante exercícios; o gasto calórico em repouso; e a flexibilidade metabólica, ligada à alternância entre gordura e carboidratos como fontes de energia.
A empresa informa que o dispositivo reúne 23 indicadores. A PNOĒ afirma que os dados ajudam a estimar necessidades de calorias e a orientar a rotina de exercícios.
Esse tipo de avaliação existe há mais de 100 anos e costuma ser realizado em laboratórios esportivos e hospitais, com equipamentos maiores e mais caros. A proposta da empresa é levar o teste a academias, hotéis e farmácias.
Uso compartilhado
A máscara foi projetada para ser compartilhada. A parte eletrônica pode ser retirada da máscara de silicone e das tiras, permitindo que várias pessoas utilizem o mesmo aparelho com suas próprias máscaras.
A PNOĒ diz que o novo modelo é menor e tem menos peças do que o anterior. O desenvolvimento inclui várias rodadas de trabalho com a italiana Design Group Italia.
Embora avalie aspectos ligados à saúde e ao metabolismo, o produto não é apresentado pela PNOĒ como equipamento médico. A máscara não tem autorização da FDA, órgão regulador dos Estados Unidos, e a empresa declara que não oferece recomendações médicas. O equipamento foi criado pela PNOĒ, que mantém operações nos Estados Unidos e na Grécia.



