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Recursos do Apple Maps que ampliam a navegação em relação ao Google Maps

O aplicativo da Apple oferece visualização em 3D, mapas topográficos, integração com Apple Watch, guias e recursos de privacidade.

Recursos do Apple Maps que ampliam a navegação em relação ao Google Maps
Foto: André Magalhães/Canaltech

O Apple Maps, também chamado de Mapas, reúne recursos que não existem ou são menos explorados no Google Maps. O aplicativo é padrão de navegação com geolocalização do iPhone e foi lançado em 2012, enquanto o serviço do Google existe desde 2005.

A visualização da Apple inclui detalhes de relevo, pontos turísticos, monumentos históricos e locais de prova da Fórmula 1. Os dois serviços oferecem imagens em 3D, mas o Mapas apresenta mais informações visuais. O aplicativo também já teve o Flyover, recurso que permitia um tour virtual sobrevoando cidades, removido no ano passado.

Outra diferença está nos mapas topográficos. Eles mostram variações de relevo e altura. Em alguns parques nacionais nos Estados Unidos, o aplicativo exibe trilhas populares, com dados sobre elevação e o tempo necessário para concluir o percurso.

Integração e curadoria

O Mapas também oferece integração ampliada com o Apple Watch. Embora o Google tenha um aplicativo próprio para os relógios, o serviço da Apple disponibiliza mais comandos e feedback háptico.

Para organizar viagens, o aplicativo conta com uma seção de curadoria. Nela, há guias com destaques de cidades no Brasil e em outros lugares do mundo.

A privacidade é outro ponto apresentado pela Apple. O histórico de navegação não fica vinculado ao ID Apple. Algumas rotas personalizadas são protegidas por criptografia e não são compartilhadas com terceiros.

No Google, é possível desativar o histórico. Ainda assim, os resultados de navegação ficam associados à conta, e não diretamente ao aplicativo.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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