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Acordo em Manaus leva produção familiar à merenda de 250 escolas

Projeto executado pela FAS terá apoio da Embrapa e recursos do Fundo Amazônia para atender 10 municípios do Amazonas.

Acordo em Manaus leva produção familiar à merenda de 250 escolas

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) assinaram na sexta-feira (18) um acordo de cooperação para desenvolver o projeto “Pirão no Prato”. A iniciativa também teve uma oficina para elaborar o plano de trabalho da ação, voltada ao desenvolvimento sustentável e à segurança alimentar no Amazonas.

Executado pela FAS, o projeto recebe apoio financeiro do Fundo Amazônia, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A proposta é fortalecer a produção sustentável de alimentos da agricultura familiar, com atenção à produção dos Povos Indígenas e demais Povos e Comunidades Tradicionais.

Os produtos devem ser direcionados à aquisição e ao consumo na alimentação escolar das redes públicas de ensino do Amazonas. O público-alvo inicial inclui 250 escolas distribuídas em 10 municípios do estado.

A Embrapa vai oferecer suporte técnico por meio de transferência de tecnologias e ações de inovação social. Entre as atividades previstas estão a disponibilização de alimentos biofortificados e cultivares adaptadas às comunidades, como feijão, mandioca, banana, batata-doce, abóbora, cará e milho, além de árvores frutíferas e essências florestais.

O projeto também prevê a implementação de sistemas agroflorestais (SAFs) biodiversos, planejados para resistir aos impactos das mudanças climáticas. As comunidades receberão treinamento em técnicas de secagem, armazenamento, processamento e conservação de alimentos.

A Embrapa ainda fará estudos socioeconômicos para acompanhar os efeitos das ações na segurança alimentar e nutricional dos estudantes. Os levantamentos também vão avaliar a viabilidade econômica dos SAFs e a resiliência climática das áreas envolvidas.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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