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Boulos cobra investigação de Moraes e critica ritmo de queda dos juros

Ministro defende que eleição trate de soberania, economia e serviços públicos, além de questionar a atuação do Banco Central.

Boulos cobra investigação de Moraes e critica ritmo de queda dos juros

Guilherme Boulos defende que eventuais crimes atribuídos a autoridades do Supremo Tribunal Federal sejam investigados e afirma que ninguém está acima da lei. Ao mesmo tempo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência critica a concentração do debate eleitoral em acusações e investigações.

Integrante da coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, Boulos sustenta que a disputa presidencial deve priorizar soberania nacional, economia, serviços públicos, segurança e o fim da escala 6×1. “Deixa isso com as autoridades judiciais e policiais. Eleição presidencial tem que discutir o País”, declarou.

Sobre Alexandre de Moraes, Boulos diz não ter elementos para avaliar se o ministro cometeu algum crime. Ele defende uma apuração autônoma e afirma que o desgaste da imagem do STF prejudica a democracia. Também menciona a atuação da Corte e de Moraes diante da tentativa de golpe e o plano “Punhal Verde e Amarelo”, que, segundo as investigações, previa matar Lula, Geraldo Alckmin e o próprio Moraes.

O ministro acusa ainda a existência de vazamentos seletivos em investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva e Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola. Na avaliação dele, a divulgação teve o objetivo de reduzir o impacto de ligações atribuídas a Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro.

Boulos também afirma que a Polícia Federal deve esclarecer a destinação de recursos ligados ao filme Dark Horse. Ele diz que Flávio Bolsonaro recebeu R$ 75 milhões de Vorcaro e levanta suspeitas sobre o uso do dinheiro, sem apresentar uma conclusão sobre o caso.

Na economia, Boulos classifica como decepcionante o ritmo de redução da taxa básica de juros, então em 14% ao ano, sob o comando de Gabriel Galípolo. Ele defende que o Banco Central considere também o nível de emprego e critica a autonomia da instituição.

O ministro afirma que ajustes fiscais não devem atingir políticas sociais, professores ou serviços do SUS. Também propõe revisar desonerações e benefícios tributários e critica o custo dos juros da dívida pública.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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