O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) marcou para 25 de setembro a análise do procedimento que questiona a atuação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, em relação a mensagens de Daniel Vorcaro.
Gonet enviou ao colegiado uma manifestação sobre os questionamentos de sua imparcialidade no caso envolvendo o Banco Master. No documento, afirma que as interações com Vorcaro foram casuais e institucionais, ocorridas em eventos jurídicos públicos, sem vínculo de amizade.
Durante sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça, o procurador-geral também declarou que não tinha relação próxima com o dono do Banco Master. Gonet afirmou ainda que não era interlocutor de Vorcaro e, portanto, não poderia interferir em investigações.
A manifestação sustenta que não houve interferência indevida nas apurações. Conforme o documento, a atuação de Gonet buscou preservar a legalidade do processo e apoiar os procuradores naturais do caso.
O texto também apresenta a cronologia das medidas cautelares e registra a recusa de propostas de colaboração premiada feitas pelo investigado. Ao concluir, Gonet afirma que as acusações de suspeição são infundadas e resultam de interpretações equivocadas de mensagens de terceiros.



