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Braskem renegocia US$ 10,9 bilhões sob pressão por novos recursos

Petrobras diz que qualquer aporte na petroquímica precisa incluir outros acionistas e parceiros; reunião do conselho ocorre nesta sexta-feira (25).

Braskem renegocia US$ 10,9 bilhões sob pressão por novos recursos

A Braskem tenta renegociar cerca de US$ 10,9 bilhões em obrigações financeiras por meio de uma recuperação extrajudicial, enquanto seus credores cobram novos recursos dos principais acionistas. A Petrobras afirma que não fará sozinha um eventual aporte na petroquímica.

A presidente da estatal, Magda Chambriard, declara que a participação de outros acionistas e parceiros é necessária para qualquer injeção de recursos. A Petrobras detém 47,03% do capital votante da Braskem.

Pressão dos credores

Os credores pressionam a Petrobras e o fundo Shine I FIP, ligado à IG4 Capital, para que coloquem dinheiro na companhia. A cobrança ocorre durante o processo de renegociação das obrigações financeiras da Braskem.

Chambriard afirma que a Petrobras participa da gestão operacional da petroquímica, enquanto a IG4 Capital conduz as questões corporativas e financeiras. “Essa é a forma que nós estruturamos, e acredito que já está dando resultado”, disse a presidente da estatal.

A possibilidade de a Petrobras ampliar sua participação também está no centro da discussão. Se a estatal fizesse um aporte isolado e recebesse novas ações em troca, poderia superar 50% do capital votante da Braskem e assumir o controle majoritário.

“Ampliar nossa participação não está no nosso horizonte”, afirmou Chambriard. A presidente acrescentou que não há previsão de aporte da Petrobras sem a participação de parceiros e acionistas.

O Conselho de Administração da Braskem tem reunião marcada para esta sexta-feira (25). A declaração de Chambriard ocorreu nesta quinta-feira (24).

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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