A Irani (RANI3) aprovou nesta quinta-feira (17) um programa de incentivo de longo prazo para seus cinco diretores estatutários. O plano abrange o ciclo de 2026 a 2030 e pode resultar na transferência de até 5,1 milhões de ações, conforme o desempenho apurado.
O conselho de administração também atualizou o programa de recompra de ações de 2025. A mudança permite usar papéis mantidos em tesouraria para pagar os incentivos. Os demais termos da recompra permanecem inalterados.
A quantidade-alvo do plano é de 3,4 milhões de ações ao longo dos cinco anos. O limite mínimo é de 682.364 papéis, e o máximo chega a 5,1 milhões. A companhia informa que usará ações em tesouraria, sem emitir novos papéis e sem diluir a participação dos acionistas.
O cálculo será feito anualmente a partir de uma participação teórica atribuída a cada executivo, expressa em ações. Os papéis transferidos terão restrições de venda e serão liberados em quatro parcelas iguais de 25%, após 12, 24, 36 e 48 meses da transferência.
O programa ainda precisa ser aprovado pela assembleia geral que analisará as contas do exercício de 2026. A primeira transferência, relativa a este ano, só poderá ocorrer depois dessa deliberação.
A Irani mantém programas de incentivo de longo prazo desde 2010. A empresa afirma que a iniciativa busca alinhar os interesses dos executivos aos dos acionistas, estimular a geração sustentável de valor e atrair e reter profissionais.



