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Itaú BBA recomenda carteira com ETFs e exposição a mais de 800 ações

Carteira reúne 11 fundos de índice negociados na B3, com foco em ativos estrangeiros e temas como IA, semicondutores e saúde.

Itaú BBA recomenda carteira com ETFs e exposição a mais de 800 ações

O Itaú BBA recomenda uma carteira formada por 11 fundos de índice, com exposição indireta a mais de 800 ações do Brasil, dos Estados Unidos e de países da Ásia. Os produtos podem ser negociados diretamente na B3, em reais, e concentram investimentos em inteligência artificial, semicondutores, defesa, saúde e energia.

A estratégia busca facilitar a diversificação internacional sem a necessidade de comprar ações individualmente em bolsas estrangeiras. Segundo o banco, 71% da carteira está alocada fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos e em mercados asiáticos ligados à indústria de semicondutores. A parcela nacional inclui papéis pagadores de dividendos, empresas do setor financeiro e companhias de materiais básicos.

Composição e desempenho

A carteira tem quatro BDRs de ETFs e sete fundos de índice de gestoras brasileiras. Apesar da exposição a temas específicos, a maior parte dos recursos está direcionada ao índice S&P 500, que reúne as 500 maiores empresas dos Estados Unidos.

Nos últimos três anos, os 11 ETFs registraram retorno acumulado de 92,3%, equivalente a 23,3% ao ano. No mesmo período, o S&P 500 em dólar avançou 69,9%, enquanto o Ibovespa subiu 46%.

A volatilidade anualizada da carteira ficou em 12%, abaixo dos 15% registrados pelo Ibovespa e dos 14,8% do S&P 500, conforme os cálculos do Itaú BBA. O banco afirma que os ativos foram selecionados para o longo prazo e para investidores que desejam diversificar no exterior com menos operações.

Custos e tributação

As taxas de administração dos ETFs incluídos na carteira variam de 0,10% a 0,59% ao ano. O Itaú BBA compara esse custo com a cobrança de cerca de 2% ao ano, além de taxa de performance, em fundos de ações tradicionais.

Os ETFs também não têm come-cotas. O Imposto de Renda é cobrado na venda da cota na bolsa, com alíquota de 15%. Para o Itaú BBA, a estrutura permite o reinvestimento automático dos dividendos pelo fundo e dá acesso a fundos internacionais por meio de BDRs, sem a abertura de conta no exterior.

A procura por ETFs cresceu 34% no segundo trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 862 mil pessoas físicas, segundo dados da B3. Um levantamento da Planejar aponta alta de 313,68% nas buscas digitais por fundos de índice no último ano.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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