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Guerreiros de Cristo leva evangelização às torcidas organizadas

Grupo fundado em Curitiba reúne cerca de 120 pessoas e participa de jogos quando é convidado pelas torcidas.

O Ministério Guerreiros de Cristo atua na evangelização dentro de torcidas organizadas de futebol. Fundado em Curitiba, no Paraná, o grupo reúne aproximadamente 120 pessoas, incluindo crianças, e ganhou visibilidade após aparecer nas arquibancadas do Estádio Nilton Santos durante uma partida entre Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro, no início de setembro.

A organização foi criada em 31 de julho de 2014 por Jean Piuco, sua esposa, Fernanda, e outros dois casais. Piuco, empresário de 47 anos, integrou por um longo período a Fúria Independente do Paraná antes de se converter. A experiência nas arquibancadas influenciou a criação do ministério, que inicialmente era ligado à Igreja Bola de Neve e se tornou independente em 2023.

“O Ministério Guerreiros de Cristo é, nada mais, nada menos, do que um grupo de evangelismo que atua como uma torcida organizada de futebol”, afirma Piuco. A proposta, segundo o fundador, é levar um testemunho cristão e alcançar pessoas em um ambiente associado às torcidas organizadas.

Atuação nas arquibancadas

No início, o grupo concentrava as atividades em Curitiba. Para evitar associação com os times da cidade, adotou cores próprias, apresentadas como neutras. Atualmente, mantém vínculos com torcidas de outros estados e visita grupos em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A presença dos Guerreiros de Cristo no Estádio Nilton Santos gerou críticas de torcedores, que acusaram o grupo de ocupar as arquibancadas para fazer uma pregação forçada. Piuco afirma que a organização só participa de partidas quando é convidada. Quando não recebe convite, entra em contato com as torcidas para iniciar uma relação e apresentar a proposta.

Durante os jogos, os integrantes acompanham as torcidas visitantes, ajudam a tocar instrumentos, levantam bandeiras e cantam músicas ligadas aos clubes. Há restrições para letras com palavrões, xingamentos ou incentivo à violência. O fundador reconhece que algumas pessoas se incomodam com a presença do grupo, mas diz que isso não interrompe a atuação da organização.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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