Tijjani Reijnders explica que a segurança financeira foi o principal motivo para deixar o Manchester City e assinar com o Al-Qadsiah, da Arábia Saudita. O meia neerlandês afirma que o contrato permite garantir o futuro financeiro da família.
“Escolhi a segurança. Não vou mentir sobre isso”, declarou Reijnders em entrevista à imprensa holandesa após concluir a transferência. Ele também disse que, depois da carreira, não pretende voltar a trabalhar e que seria difícil recusar uma oferta como a recebida.
Reijnders chegou ao Manchester City em junho de 2025, contratado do Milan por 54,9 milhões de euros, cerca de R$ 328 milhões. Pelo clube inglês, disputou 47 jogos, marcou sete gols e deu oito assistências. O meia, porém, era utilizado principalmente como jogador de rotação nos confrontos decisivos.
O Al-Qadsiah pagou 61 milhões de euros, aproximadamente R$ 365 milhões, para contratar o jogador. Juventus, Newcastle United e Atlético de Madrid demonstraram interesse durante a janela de transferências, mas não apresentaram uma proposta financeira próxima à do clube saudita.
Novo papel no Al-Qadsiah
Segundo fontes ligadas ao jogador, o contrato com o Al-Qadsiah tem cinco anos e soma cerca de 100 milhões de euros, o equivalente a aproximadamente R$ 588 milhões. O acordo está entre os mais lucrativos já assinados por um jogador neerlandês.
Além do ganho financeiro, Reijnders passou a ter mais espaço em campo. No clube comandado por Brendan Rodgers, ele marcou três gols em seis partidas, cinco delas como titular.
A transferência também não alterou sua presença na seleção dos Países Baixos. O meia foi convocado pelo técnico Xavi para a atual Data Fifa, com partidas pela Liga das Nações da Uefa.



