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Ancelotti mantém principais nomes de 2026 no radar para a Copa de 2030

Treinador deve combinar veteranos e jovens, enquanto a defesa aparece como principal setor a ser renovado na Seleção.

Ancelotti mantém principais nomes de 2026 no radar para a Copa de 2030
Foto: Nicolò Campo/Imago; Arte: Trivela

Carlo Ancelotti inicia um novo ciclo à frente da seleção brasileira com foco na Copa do Mundo de 2030. O treinador tem contrato renovado até o fim do próximo Mundial e poderá testar jogadores e alternativas táticas nos próximos quatro anos.

Antes da convocação para amistosos contra a Austrália, em duas partidas, e a Índia, pela Super Data Fifa, Ancelotti acompanhou jogadores, treinadores e comissões técnicas de clubes. A tendência é que parte dos atletas que disputaram a Copa do Mundo de 2026 continue nos planos.

Vinícius Junior aparece como um dos principais nomes. Ele é o artilheiro do Brasil no ano e durante a passagem de Ancelotti pela equipe. Bruno Guimarães também é considerado peça importante, assim como Matheus Cunha, vice-artilheiro brasileiro no Mundial e utilizado como falso 9 pelo treinador. Os três, porém, terão mais de 30 anos na próxima Copa.

Raphinha não conseguiu se destacar no torneio porque se lesionou na segunda rodada, contra o Haiti, e não voltou a jogar até a eliminação diante da Noruega. Ainda assim, teve desempenho relevante durante o ciclo comandado por Fernando Diniz e Dorival Júnior.

Neymar não está nos planos para a próxima Copa. O camisa 10 confirmou a aposentadoria ao deixar o MetLife Stadium e, desde então, abriu mão de convocações para a Amarelinha. Em recuperação de lesão, o atacante deixa para Ancelotti a tarefa de encontrar uma nova referência técnica. Vini Jr. é visto como candidato a assumir esse papel.

Entre os jovens, Endrick e Rayan ganharam espaço. Endrick foi convocado após marcar cinco gols e dar sete assistências em 16 jogos da Ligue 1 pelo Lyon, onde atuou por empréstimo do Real Madrid. Rayan terminou o Mundial valorizado e começou a temporada como titular do Bournemouth, sob o comando de Marco Rose. Os dois terão menos de 25 anos na próxima Copa.

Estêvão e Rodrygo, cortados por lesão antes do torneio, também podem continuar no radar. Danilo Santos, Luiz Henrique e Igor Thiago, que tinham 25 anos durante o Mundial, são alternativas para a transição, embora tenham tido atuações discretas.

Gabriel Martinelli é uma incógnita após a transferência para o Al-Hilal. Ele foi decisivo na classificação contra o Japão, mas uma nova convocação dependerá de seu desempenho no futebol saudita.

A defesa é o setor que mais preocupa. Alisson colocou em dúvida sua permanência e terá 37 anos no Mundial da Espanha, Portugal e Marrocos. Entre os zagueiros, todos os jogadores que defenderam o Brasil nos Estados Unidos terão mais de 32 anos.

Gabriel Magalhães é tratado como a principal certeza da zaga. Marquinhos, Douglas Santos e Danilo podem não permanecer até a próxima Copa. Ederson e Weverton tendem a ser substituídos por novos goleiros. Casemiro e Fabinho deixaram os Estados Unidos em clima de despedida, e Éderson é o único nome entre os convocados do último Mundial considerado para a função, embora tenha atuado pouco.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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