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BRICS encerra cúpula com plano para pagamentos e defesa de ações coletivas

Declaração de Nova Délhi prevê avanço nas transações internacionais, enquanto Putin aponta peso econômico do bloco e pede integração financeira.

BRICS encerra cúpula com plano para pagamentos e defesa de ações coletivas

A 18ª Cúpula do BRICS termina neste domingo (13/09) com a adoção da Declaração de Nova Délhi, que prevê a continuidade das buscas por soluções práticas para transações internacionais. O documento também reforça a necessidade de ações conjuntas para transformar compromissos em resultados.

A força-tarefa de pagamentos do grupo continuará estudando alternativas para as operações entre os países. Antes da cúpula, o Fundo Russo de Investimento Direto, o BRICS Pay e o BRICS Pay India concordaram em analisar a integração da plataforma à infraestrutura existente na Índia e preparar projetos-piloto para pagamentos internacionais. O bloco ainda não lançou um mecanismo único de pagamentos.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu o aprofundamento da integração econômica e financeira. Ele pediu que os integrantes examinem propostas de Moscou para criar uma infraestrutura de pagamentos, liquidação e depositária do BRICS.

Putin afirmou que o grupo responde por 49% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global. Segundo ele, o comércio entre os países alcançou US$ 1,2 trilhão, enquanto as nações do bloco representam quase um quarto das exportações mundiais.

O líder russo disse que o potencial de desenvolvimento do BRICS ainda não se esgotou e citou oportunidades para novas cadeias produtivas, tecnologias, serviços e mercados. Também afirmou que o interesse internacional pelo grupo continua crescendo, associado ao compromisso dos países com um rumo independente e autônomo.

O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, declarou que o peso do BRICS precisa gerar oportunidades concretas para as populações. Ele mencionou alimentação, energia, educação e prosperidade como áreas ligadas à atuação dos governos.

Ao apresentar a declaração, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou que os países devem trabalhar “por meio de parcerias e ações coletivas para superar a lacuna entre os compromissos e os resultados”. O documento, segundo Modi, deve orientar a transformação dos compromissos em resultados tangíveis.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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