Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00% Belo Horizonte 14°C 14° / 22°
Notícia a toda hora
Mundo

EUA reforçam educação sobre o 11 de Setembro para preservar memória

Com mais pessoas sem lembranças diretas dos ataques, homenagens e ações do memorial se concentram nas novas gerações.

EUA reforçam educação sobre o 11 de Setembro para preservar memória
Foto: Aaron Milestone/Afp

Vinte e cinco anos após os ataques às Torres Gêmeas, os Estados Unidos direcionam parte das homenagens do 11 de Setembro à educação das novas gerações. Cerca de 100 milhões de americanos não eram nascidos ou eram jovens demais para lembrar do evento, segundo Beth Hillman, presidente do Museu e Memorial do 11 de Setembro.

Na próxima sexta-feira, 11, o presidente Donald Trump participa da cerimônia no Pentágono, em Washington. O vice-presidente JD Vance e os ex-presidentes Joe Biden, Barack Obama, Bill Clinton e George W. Bush estarão no Marco Zero, no sul de Manhattan, onde ocorreu o ataque que matou 2.977 pessoas.

A ausência de Trump em Nova York provoca debate. O presidente classifica como “inventada” a informação de que não participará da cerimônia no local por causa de uma regra que restringe discursos políticos para manter o evento apartidário. No Marco Zero, familiares leem os nomes das 2.977 vítimas a partir do horário em que o primeiro avião atingiu a Torre Norte.

Memória para novas gerações

O memorial recebe 2,4 milhões de visitantes por ano e passou a priorizar atividades educativas. Voluntários compartilham relatos pessoais com os mais jovens. Logan Miller, de 32 anos, perdeu o avô e um tio nos atentados e afirma que os jovens fazem mais perguntas, enquanto pessoas mais velhas muitas vezes evitam o tema por medo de ofender.

Holly Kafka, de 61 anos, defende a visita presencial ao memorial, formado por dois grandes espelhos d’água sobre as fundações das torres. Para ela, a experiência ajuda a preservar o legado do ataque.

Os 19 integrantes da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões. Além das mortes imediatas, mais de 9.400 pessoas morreram posteriormente por doenças relacionadas aos ataques, conforme o programa federal de assistência médica.

A cidade prepara dois feixes de luz no céu para simbolizar as torres destruídas. Enquanto isso, o julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, apontado como mentor dos ataques e tenente de Osama bin Laden, está marcado para junho de 2028. Ele permanece preso na base de Guantánamo, em Cuba, há duas décadas.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.