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Kröller-Müller reúne 88 pinturas de Van Gogh em exposição na Holanda

Obras da coleção do museu são apresentadas juntas pela primeira vez desde 1984, em mostra aberta até 3 de janeiro de 2027.

Kröller-Müller reúne 88 pinturas de Van Gogh em exposição na Holanda
Foto: Museu Kröller-Müller/Divulgação

OTTERLO, HOLANDA — O Museu Kröller-Müller inaugura nesta terça-feira, 15, a exposição “Van Gogh, todos os nossos quadros”, com 88 pinturas de Vincent Van Gogh. O conjunto pertence à instituição e volta a ser exibido em uma única mostra pela primeira vez desde 1984.

A proposta organiza as obras em torno de fé, esperança e caridade, descritas pelo museu como as três virtudes divinas. A instituição afirma que o artista procurava uma forma de expressão ligada às próprias lutas e pretendia oferecer conforto e esperança por meio da arte.

Van Gogh estudou teologia e mencionou esses três ideais em seu primeiro sermão, em 29 de outubro de 1876, na Igreja Metodista Wesleyana em Richmond. Mesmo depois de uma breve carreira como pregador, ele continuou abordando os temas em suas pinturas. O museu diz que, dessa maneira, o artista buscava oferecer às pessoas uma forma diferente de iluminação.

Obras e coleção

Entre os quadros expostos estão “Os comedores de batatas”, de 1885, que retrata a vida camponesa, e “Terraço do café à noite”, de 1888, pintado durante o período em que Van Gogh viveu em Arles, no sul da França. A mostra fica aberta ao público até 3 de janeiro de 2027.

A maior parte das pinturas foi adquirida pela fundadora do museu, Hélène Kröller-Müller, entre 1908 e 1930. O Museu Kröller-Müller possui uma das maiores coleções privadas de obras do artista, mas raramente apresenta todo o conjunto de uma vez. Em nota, a instituição classifica a exposição como “uma das maiores exposições de Van Gogh deste século”.

Van Gogh é um dos nomes mais conhecidos do pós-impressionismo e produziu cerca de 900 quadros ao longo da vida. Embora tenha crescido no sul da Holanda, concluiu obras como a série “Girassóis” e vários autorretratos durante uma temporada na França.

Em abril de 1889, depois de períodos de trabalho intenso interrompidos por recorrentes distúrbios mentais, o artista se internou em um sanatório em Saint-Rémy, também na França. Em julho do ano seguinte, morreu aos 37 anos, dois dias depois de atirar no próprio peito.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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